
MINISTERIO APOSTOLICO
Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres. Tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para desempenho do ministério, para Edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à Unidade da Fé e do Pleno Conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não sejamos mais meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia induzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em Amor, cresçamos em tudo Naquele que é o cabeça, Cristo, do qual todo corpo bem ajustado, é ligado pelo auxilio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o seu próprio aumento para edificação de si mesmo em amor.
Efésios 4:10-16
Quinta Edição
A Igreja Original
O Cristianismo dos últimos tempos aceitou o ministério dos evangelistas, pastores e mestres, foi relutante e negativo para avaliar ou reconhecer os ministérios de fundamentos: apóstolos e profetas. Satanás tem enganado a Igreja de Cristo, fazendo-a duvidar da existência e da operação atual destes dois ministérios, com o propósito de impedir a obra fundamental dos mesmos, declarada em Efésios 2:20-22, para levar ao êxito o processo de edificação de uma igreja amadurecida.
Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular.Nele todo edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor.E Nele também vos justamente sois edificado para morada de Deus no Espírito.
Graças sejam dadas a Deus Onipotente, Onisciente e Onipresente, pois por Sua misericórdia enviou o Espírito Santo para corrigir este grave engano da Igreja e propiciar restauração e Iluminação ao Corpo de Cristo nestes ministérios da santa Palavra de Deus. Deus falou e continua falando através daqueles que Ele levantou para direcionar, profundidade e compreensão de Sua Palavra; são chamados para exortar a Igreja para um movimento constante e para frente em busca da liberdade, da maturidade e da unidade.
Hoje é o tempo mais propício na história da humanidade para que se ouçam os porta-vozes de Deus: apóstolos e profetas. Para entender o processo de restauração no povo de Deus, temos que buscar o que deve ser restaurado do modelo original. Este modelo do princípio foi conhecido como a Igreja Primitiva e os planos de sua construção e funcionamento são encontrados no Livro de Atos. Devemos buscar ali com confiança e abertura de coração.
Deus fez nascer a Igreja. Mas o Dia de Pentecostes foi o momento de sua iluminação plena. A Igreja comprada na Cruz nasceu para um mundo como organismo cheio do poder do Espírito. Desde aquele instante o Espírito Santo desceu para edificar a Casa do Senhor e estabelecer os planos e estruturas do Pai, O idealizador da Sua Obra. Foi uma Igreja com dois ministérios principais de fundamento: apóstolos e profetas. Portanto, foi uma igreja de fundamento, visão, poder, autoridade e comissão apostólica e profética. Apoiou sua estrutura em Cinco Ministérios, que interagem em sua unção particular para edificar juntos e mobilizar poderosamente o Corpo de Cristo. A Casa de Deus foi adornada com os dons ativos do Espírito Santo e manifestados, poderosamente. Nela, os milagres, os sinais, e os prodígios eram o pão de cada dia. A adoração e o louvor sob princípios proféticos davídicos moviam o povo a dar ao Senhor o melhor. Por este ato de louvor, Deus descia e se movia com eles e entre eles; O Espírito Santo tinha primazia absoluta.
Assim as Igrejas em toda a Judéia, Galiléia e Samaria tinham paz. Eram fortalecidas e, edificadas pelo Espírito Santo, se multiplicavam, andando no temor do Senhor.(At.9:31).
A Igreja Primitiva foi uma igreja evangelizadora, de milagres, poder e fé em Deus. A glória derramada pelo Pai para cobri-la era temida por pagãos e judeus. Deus demonstrou, através de Sua Noiva, literalmente, o poder de Seu Trono; os povos tremiam diante da demonstração de Sua força, na Igreja. Esse poder apostólico e profético foi repartido a outros pelos primeiros cristãos em varias gerações posteriores. A unção foi transferida, com a profecia fluindo e a imposição de mãos de presbíteros ungidos. Esta igreja marcada pelo projeto divino mudou o mundo nos dois primeiros séculos depois de Cristo. Encheu o mundo conhecido com o Evangelho e comoveu o Império Romano, o maior da terra.
Lamentavelmente nos anos subseqüentes, a Igreja sofreu a infiltração de políticos religiosos e também permitiu crescer em seu seio falsos mestres. Que desestabilizaram seus passos, e a partir do século IV(ano 300 em diante) a apostasia e o poder babilônico romano tomaram o controle do movimento cristão. Constantino, o Imperador romano, adotou o cristianismo como religião do estado, e então prostitui a Casa de Deus. O resultado em anos posteriores foi o surgimento da Igreja Católica Romana, o intento maior de Satanás de afogar o mover profético e apostólico do Espírito Santo.
O Império impôs pastores e uma estrutura babilônica que pouco a pouco foram anulando o padrão bíblico apostólico e a Igreja foi devastada e descascada qual arvore arruinada, segundo a profecia de Joel 1. As conseqüências vieram contra tudo o que foi estabelecido pelo Pai. Desapareceram os apóstolos e os profetas, a unção, o poder e os milagres. Pouco a pouco o paganismo tomou os altares; a vida e a manifestação do Espírito Santo foram perdidas. A escuridão envolveu a Igreja, deixando-a por séculos e mercê da devastação do diabo e suas trevas religiosas.
Apesar de tudo, Deus mantinha e guardava para si um remanescente fiel. Depois de século de obscurantismo religioso, a idolatria e sincretismo enganoso, o mundo viu uma nova luz de Restauração divina com a transformação de Martinho Lutero e suas teses bíblicas. Deus iniciou um processo restaurador, desde 1517, e não se deteve até nossos dias, acelerando-se mais no século XX. A maioria dos historiadores atribui o raiar da grande Reforma do século XVI aconteceu no dia 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero afixou Noventa e Cinco Teses (questões para debate) na porta da Catedral da cidade de Wittenberg, Alemanha. Três princípios protestantes da maior importância são os responsáveis por diferenciá-los da igreja de Roma e de sua teologia: 1. Sola gratia et fides (a salvação pela graça mediante a fé somente); 2. Sola scriptura (as Escrituras acima de todas as demais autoridades da fé e da prática cristãs); 3. E o sacerdócio de todos os crentes. Cada líder protestante interpretava esses princípios a sua própria maneira, mas todos os compartilhavam e se esforçavam para construir com eles um novo alicerce para o Cristianismo. Seu propósito comum era levar a igreja de Jesus Cristo de volta aos verdadeiros alicerces no Novo Testamento e livrá-la de todos os falsos ensinos e práticas corruptas.O Espírito Santo restaurou com a verdade da Salvação pelo Sangue de Cristo; mediante seus discípulos, o Batismo em água em 1535 e no século XVII a doutrina da Santidade, com João Wesley. No século XIX encheu a Europa com a mensagem de Cura Divina, com a qual nos introduziu no século XX, século da obra restauradora monumental. Cada uma destas verdades correspondeu, curiosamente, a diversas verdades bíblicas expressas em símbolos do Tabernáculo de Moises.
A salvação gratuita através do Sangue de Cristo correspondia a Porta do Tabernáculo e o Altar do Sacrifício, no modelo do Santuário de Moises. O Batismo em Água restaurado cumpria profeticamente a verdade da Pia para lavar as mãos e os pés do sacerdote. Também esta verdade anunciava o retorno á Palavra de Deus, oculta até aqueles dias ao homem. A doutrina da santidade e do poder do Espírito Santo ensinadas por Wesley cumpriam a verdade expressa no simbolismo de Moisés na Mesa dos Pães da Proposição. Estes pães falavam profeticamente da pureza e da santidade não só do pão ou da Palavra de Deus pregada, mas também da pureza de vida do próprio sacerdote.
É oportuno mencionar que em 1518, na Disputa de Heidelberg, Martinho Lutero delineou sobre a “teologia da”, que somente pode ser entendida ao ser comparada com o seu avesso, a “teologia da glória”. Segundo Paul Althaus expressa de modo sucinto essa distinção: “A teologia do glória conhece Deus pelas obras;a teologia da cruz conhece Deus pelos sofrimentos”. A teologia da glória, portanto, é a teologia centralizada no homem e induz a superestimação do poder e capacidade naturais do homem. A teologia da cruz revela a verdadeira condição dos seres humanos, como pecadores desamparados, alienados de Deus, na mente e no coração, necessitando desesperadamente do plano de salvação criado por Deus; a cruz de Cristo. A teologia da glória sugere que os seres humanos podem se elevar a Deus por seus próprios esforços e conduz a projetos humanos de salvação própria e de especulação teológica. A teologia da cruz proclama que os seres humanos são totalmente dependentes e incapazes de descobrir qualquer coisa a respeito de Deus sem a ajuda da auto-revelação do próprio Deus, e conduz ao discipulado marcado pelo sofrimento em nome de Deus e do próximo.
Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento e amarás o teu próximo como a
ti mesmo. Mt 22:37-39.
As verdades simbólicas restantes profetizadas no Santuário do Deserto nos dias de Moises teriam que esperar o século passado, no encerramento do segundo milênio, depois de Cristo.
Os símbolos do Candelabro de Ouro, que figuram o Poder e Luz do Espírito Santo, veriam o cumprimento com o avivamento em Gales e sobretudo em Azuza, na Califórnia, em 1906. Ali Deus iniciou um derramamento de Seu Espírito glorioso.
Em 1925 mais de 80 milhões de pessoas haviam recebido um novo Pentecostes. A partir daquele prédio, quase destruído da Rua Azuza, o Senhor moveu Seu Espírito. Isto iniciou, a partir da América do Norte, o maior movimento missionário moderno do continente, e que levou com força incrível o Evangelho á America Latina e a cada uma de suas cidades importantes. Com o Avivamento da Rua Azuza, surgiram as denominações pentecostais de vanguarda que lideraram o mover pentecostal do século XX (Assembléia de Deus fundada em 1911 por dois apóstolos: Daniel Berg e Gunnar Vingren ). Esta etapa da Restauração do Espírito Santo foi denominada “A primeira onda do Espírito Santo ou Movimento Pentecostal”. Com este avivamento, começou a acender o “Castiçal de Ouro”, no sentido profético. No Santuário de Moises este candelabro representava a luz, a direção e o poder do Espírito Santo.
As manifestações pentecostais vieram á America; gritos, saltos, profecias e milagres, tiveram lugar nas igrejas do Século XX.
O mover tradicional da Igreja Fundamentalista de outros séculos começou a ser perturbado. Começam uma viagem restauradora moderna que levantaria o Ministério do Evangelista e afirmaria o Ministério Pastoral. Na primeira metade do século passado, Deus levantou homens como Oral Roberts, Morris Cerullo, T.L.Osborn e muitos outros, para a maior tarefa evangelizadora no Terceiro Mundo. Entre os anos 30 e 70 se deram as mais comovedoras cruzadas evangelísticas do século. África e Ásia foram tocadas pelo poder de Deus, assim como parte da Europa e a America do Sul. A obra Pentecostal emergiu com o poder. A Restauração da Verdade Apostólica, começava a florescer outra vez.
Desse mover restaurador, surgiram nas décadas de 1950 e 1960, Mestres da Palavra, segundo Efésios 4:11, constituídos e ungidos por Deus. Eles trariam o “pão do Céu”, a palavra revelada pelo Espírito Santo.
Era como se fosse restaurada a plenitude da verdade profética, anunciada por Moises na Mesa dos Pães da Proposição, no Lugar Santo, junto ao Candelabro de Ouro. Era óbvio que, ao restaurar o poder pentecostal do Espírito, como conseqüência direta, restaurar-se-ia o Ministério da Palavra, ao brotarem como chuva os mestres do Senhor. Estes mestres com verdades apostólicas renovadas, nos introduziram na nova onda do Espírito Santo, a Segunda delas, denominada o Movimento Carismático (pelos dons do Espírito) ou Movimento Neo-pentecostal. Este mover renovador provocou o surgimento de milhares de congregações nativas ou nacionais, plantadas, em sua maioria, por líderes nacionais.
Estas igrejas foram grotescamente chamadas “independentes” Pelas denominações pentecostais e tradicionais. Este termo depreciativo para muito foi sinônimo de rebelião ou satanismo evangélico. Hoje, apesar do ataque do pentecostalismo para com essas igrejas e seus lideres; Estes grupos estão na vanguarda do desenvolvimento cristão de nossas nações. Com estes mestres e seu ensino ungido, a Restauração do Espírito Santo continua a passos gigantescos.É certo que um amplíssimo setor da Igreja continua resistindo ao que Deus está fazendo, mas também é certo que o povo que segue após a Visão Apostólica Renovada é muito maior que se pensa. Este povo é que fará a grande diferença neste Terceiro milênio.
È com esta nova onda que o Espírito introduz o Ministério Profético e o consolida nos anos 90. Verdades essenciais são devolvidas aos púlpitos da Igreja: Reino de Deus, Adoração, Louvor e intercessão. É a verdade profética anunciada por Moises com o Altar do Incenso no Lugar Santo. Profeticamente nos anos 80 foi nos restaurado este detalhe.
No inicio da década final do século XX, nos anos 90, Deus dá um giro em Sua Igreja, levando-a aos pés do Espírito Santo. Inicia-se o mover do Espírito Santo ou Terceira Onda Divina.
A Igreja agora deseja a Ele, quer Sua Unção e Presença. Nesta etapa, Deus consolida o fato de que ainda há profetas em Sua Casa e inicia um processo de Restauração do Ministério do Apóstolo.
A Restauração dos Ministérios do Profeta e do Apóstolo nas nações, leva a Igreja para dentro do Lugar Santíssimo, em busca do Projeto Divino e de Sua presença. Seria a restauração no modelo do Tabernáculo de Moises, ao que corresponderia o descerrar do véu de separação entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo e entrar onde Deus está, tipificando e simbolizando, profeticamente, na Arca da Aliança do Senhor.
Quando Deus quer restituir algo que prometeu e está se perdendo, traz Restauração e Reforma ao Seu Povo. O Antigo Testamento trata de uma Nação e nos apresenta três tempos impressionantes para Israel, que acontecer5am nos tempos de Ageu, Esdras, Neemias, e Zacarias. Deus enviou Seus profetas para propiciar mudanças substanciais no sacerdócio de Israel e no comportamento de Seu povo.
Igualmente no Novo Testamento que trata de um homem; O Senhor trouxe Sua Reforma através de Jesus e da Igreja.
Em anos posteriores, Martinho Lutero foi usado pelo Espírito De Deus para iniciar uma nova etapa de mudanças substanciais no mundo cristão religioso. Essa nova etapa foi conhecida como a Reforma Luterana. Embora tenham ocorrido grandes mudanças, que continuaram nos séculos seguintes, o despertar de Lutero iniciou o processo de Restauração Apostólica, que está acontecendo agora.
O movimento reformista Luterano deu-nos, certamente, um grande impulso e produziu nos anos posteriores organizações que conduziram o movimento missionário mais importante dos últimos séculos (igreja Luterana, Batista, Presbiteriana, Santidade Pentecostal e etc.). A Reforma, trazida por Deus, através de Martinho Lutero, é conhecida como a Reforma Protestante.
A Primeira Reforma, depois dos dias da Igreja Primitiva, é definida pelos historiadores religiosos como a que aconteceu no Século XVI com Martinho Lutero.
A Segunda Reforma está começando a ocorrer em nossos dias Deus a está dirigindo e afetará a Igreja do Terceiro Milênio Reforma Protestante de Lutero foi uma reforma muito ligada á renovação da doutrina da fé fundamental; foi uma reforma da Fe. A atual Reforma do Espírito é mais uma reforma prática, concernente ao governo e administração eclesiástica e ministerial. É uma Reforma Apostólica. Cingi-se a trazer mudanças substanciais na forma de governar, dirigir e administrar a igreja e seus ministérios, na verdadeira unção do Espírito Santo. Já estamos começando a ver a mudança mais radical e apostólica no cristianismo mundial desde os tempos de Martinho Lutero. Diante de tantas controvérsias, a Igreja clama por uma mudança radical, porque precisa voltar seu coração para Deus, precisa de Liderança Espiritual, precisa do Espírito e Seus Dons, destruir a Religiosidade, precisa do milagre da habitação de Deus nela.
É oportuno destacar que uma Reforma apostólica na igreja depende do Espírito Santo, porque a igreja se afastou do modelo bíblico, é uma transformação do Espírito Santo para formar o coração da Igreja e levá-la ao modelo teocrático.
Vejamos a fotografia da Igreja, Hoje:1. Religiosidade na Igreja; 2. A Liderança está cega; 3.A Babilônia e seus projetos invadiram a Igreja; 4. Predomínio do mundanismo e mornidão na Igreja; 5. Falta a pregação da Santa Palavra de Deus; 6. Não há revelação do Espírito Santo; 7. Satanás se infiltrou na igreja; 8. O espírito da rainha do céu e o espírito de Jezabel dominam e influencia a igreja; 9.O humanismo secular está dentro da Igreja; Uma Igreja fundamentada nos três Ministérios, apenas: Mestre, Pastor e Evangelista, esquecendo-se dos seus fundamentos: Apostólico e Profético. Você pode está questionando e o operar de Deus? Ele opera porque Ele é fiel aos princípios que Ele mesmo estabeleceu, mas a Igreja não opera na plenitude desejada por Deus.Podemos mencionar os aspectos que nos traz uma Reforma Apostólica: Luz nas Escrituras, a Teocracia e o Reino de Deus; a operação do Espírito Santo e Seus Dons.
O Retorno ao Lugar Santo e a Presença de Deus; o estudo da Palavra de Deus; restauração das verdades perdidas; confrontação da Babilônia e dos poderes malignos; fogo, gozo e poder do Espírito Santo; levantamento de apóstolos e profetas. Também mencionamos as bases para uma Reforma Apostólica: o estabelecimento, outra vez, de uma estrutura e Projeto Apostólicos; o estabelecimento da Unidade Ministerial Apostólica; o estabelecimento de Redes Apostólicas; Palavra de Revelação; O Espírito Santo e uma forte comunhão com o Pai; paixão pela Presença de Deus; Sede do Vinho Novo do Espírito; criação de odres Novos para Vinho Novo; ensino sobre a teologia do Reino de Deus.
Quem se opõe a Reforma Apostólica?
Certamente o primeiro opositor a toda a REFORMA apostólica é o diabo. Seu reino viria abaixo se esta ocorresse hoje. Mas são na verdade, as estruturas babilônicas que farão todo o possível para detê-la. Os espíritos ali reinantes farão todo o possível para impedi-la. Ainda, tristemente temos que mencionar: estruturas evangélicas religiosas e anacrônicas (não funcionais) farão o que puderem para frear esta Reforma de Deus. A Reforma Apostólica é a resposta de Deus ao clamor de intercessores e profetas. Isto incomoda muitas estruturas pastorais e denominacionais.
Por que não mudam?
Pastores, alianças pastorais e denominações não mudam e, ainda mais, se opõem por que: Crêem que seus métodos são corretos; Têm um alto nível de incredulidade nessas mudanças; Sofreram experiências negativas no passado; carecem de revelação nesse campo; são muito religiosos e legalistas; são passivos e temerosos vêem Deus operar, mas não querem correr mais, nem pagar um alto preço); Não estão dispostos a arriscar mais, sentem-se muito cômodos como estão;Têm orgulho para reconhecer que não sabem e necessitam de ajuda.Precisam humilhar-se.
1. Ministério Apostólico
É tempo de restauração de vidas e também de valores e ensinamentos da Santa Palavra de Deus, que estão sendo encobertos pelas nuvens de incredulidade, do desinteresse, da indisciplina, da incoerência e da apostasia que campeia as nossas igrejas, especialmente a Igreja evangélica brasileira. Tudo está acontecendo em conjuntura com a restauração do ministério fundamental do apostolo. O ministério apostólico é o primeiro em grau, ordem e autoridade e é o ultimo a ser restaurado. A ordem completa de dons ministeriais, incluindo o apóstolo, continuará funcionando na igreja até que os santos sejam perfeitos e cheguem á medida da estatura completa de Cristo, desta forma podemos afirmar teologicamente que o ministério apostólico é crucial.
O Senhor Jesus está voltando para buscar a sua Igreja madura sem ruga, sem mácula, nem coisa semelhante; mas santa e irrepreensível (Ef 5.27). A única provisão para o aperfeiçoamento dos santos são os cinco ministérios.
A Igreja é edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, com o Senhor Jesus Cristo, Ele mesmo, a pedra angular. Se o ministério apostólico tem sido abandonado ou renegado, então alguma coisa está faltando no fundamento da Igreja, pois tal ministério é imprescindível para o mover de Deus.
Por tanto tempo, a igreja tem operado como o pobre paralitico que mal consegue se mover e luta para fazer as coisas mais elementares. Da mesma forma, a igreja, não tem tido nem de longe o impacto que deveria ter. Ela não tem sacudido as nações como Deus planejou que assim o fizesse.
Algumas pessoas afirmam, por falta de ou excesso de conhecimento das Sagradas Escrituras, que o ministério apostólico cessou com a morte do último apóstolo. Para reflexão: 1.Quando foi que o último apóstolo morreu? 2. Quem foi o ultimo apóstolo? 3. Havia apenas doze? 4. E Judas Iscariotes? 5. Quer dizer então que só existia onze? 6. Podemos considerar Matias? (at. 1:15-26) 7. Quem o nomeou? 8. Foi Deus ou foram os homens? 9. Ele foi o décimo segundo ou décimo terceiro? 10. E Saulo de Tarso que depois se tornou Paulo, o Apóstolo? Na realidade existem mais de 26 apóstolos citados no Novo Testamento. Dizer que o ministério apostólico cessou não tem base bíblica. Existiam apóstolos naquela época e hoje em dia ainda existem apóstolos e continuará existindo até a segunda volta do Senhor Jesus.
É oportuno lembrarmos que nem todos os apóstolos se encontram no mesmo nível espiritual, e que não existem apóstolos sobre cidades ou indivíduos. Os apóstolos são enviados a lugares específicos ou a grupos de pessoas, não para estarem sobre eles, mas sim para servi-los. Paulo foi o apostolo enviado aos gentios, Pedro foi o apostolo enviado aos judeus, não sobre eles (Gl 2:7-8).
Um conceito errôneo é que os apóstolos são promovidos das outras funções ministeriais. Este é um conceito falso que tem causado muita confusão e engano. Alguns crêem, por exemplo, que um pastor bem sucedido será promovido ao ministério apostólico. Um apóstolo é chamado desde o ventre de sua mãe. O apóstolo nasce apóstolo. O apóstolo pode servir em outras funções ministeriais e passar por diversas fases do desenvolvimento no processo de reconhecimento. Entretanto, na mente de Deus, e em Seu chamado, esta pessoa foi chamada para ser um apóstolo antes de nascer (Gl 1.15). Temos que evitar o estabelecimento de uma hierarquia ministerial que promove a ambição e as nomeações políticas.
O Apostolado é um dos dons de Ascenção. O exercício de seu ministério é importante na Igreja para executar a Palavra de Deus e remover o governo das trevas.
Deus está estabelecendo Seu governo e Sua Ordem Apostólica. Para isso os Apóstolos são imprescindíveis. Sua unção é muito particular e necessária. O ministério apostólico flui através de uma individuo, cuja característica essencial é que pode servir em qualquer um dos demais ministérios. Sua importância se evidenciou ao estabelecer e fundamentar a Igreja Primitiva nos dias do Novo Testamento; sua importância também se manifestará nos últimos dias, pois eles voltarão a estabelecer a Noiva amadurecida diante do iminente retorno de Seu Noivo.
Os apóstolos proverão o ancionato á Igreja de Cristo, pois são anciãos estruturais tanto quanto espirituais na Obra do Senhor. Eles têm ampla compreensão da importância atual de trabalhar juntos pela unidade e maturidade do Corpo de Cristo. Seus ministérios transcendem ás Igrejas locais, e por sua vez as fortalecem juntamente com a unificação de seus ministros, permitindo o fluir da força e da visão da Igreja de Cristo.
Os apóstolos são importantes, pois confirmam e estabelecem outros ministérios, assim como conduzem i povo á Vitória na batalha. São os “generais” do exercito de Deus.
O Novo Testamento apresenta algumas igrejas-cidade que serviram no passado para levar um evangelho de poder apostólico a muitos povos e muitas pessoas. Entre elas a Igreja de Jerusalém, a de Antioquia, a de Efésios, a de Esmlrna, de Pergamo, de Tiatira, de Laodiceia e de outras mais. Tem sido este o método de Deus; desta maneira se estabelecem duas formas operacionais básicas e fundamentais para o ministério apostólico, conforme se observa nas narrações neo-testamentárias.
A primeira operação do apostolado encontramos muito bem definida nos primeiros discípulos do Senhor. Recordemos que Jesus Cristo é o primeiro Apostolo e fundador da igreja. Ele dá duas visões ou comissões aos apóstolos. A primeira tem a ver com governo, administração e cuidado da Obra.
A segunda operação do apostolado tem a ver com o campo evangelístico-missionário. Notamos também no Livro de Atos, capitulo 13, como o Espírito Santo selecionou a Barnabé e a Saulo para uma obra apostólica diferente daquela exercida por Tiago. Eles foram comissionados a implantarem igrejas, fundamentando-as e organizando-as sem permanecer muito tempo nas mesmas, embora colocassem sobre elas a cobertura apostólica. Essa forma de agir de muitos apóstolos foi o que derivou, anos depois, o conceito missionário, o qual é procedente e bíblico.
No Livro de Atos, capitulo 15, encontramos um Concilio Apostólico em Jerusalém, presidido por Tiago, um apóstolo não mencionado como tendo realizado grandes viagens missionárias, mas sim por estar ungido para presidir e exercer autoridade em doutrina, cobertura espiritual e direção para outros ministros e Igrejas;
Os apóstolos são enviados para servir, não para dominar a fé das pessoas.
Os apóstolos possuem grande autoridade, mas eles não a usam como se fosse um distintivo.
Algumas funções do Ministério Apostólico:
1. Os apóstolos são pioneiros de cada novo mover de Deus (At. 8:5)
2. Os apóstolos representam a Jesus como embaixadores de Cristo (II Co 5:20)
3. Os apóstolos estabelecem doutrinas (At. 2:42)
4. Os apóstolos são valiosos para a verdade e irão defender a pureza da doutrina até a morte (I Co 4:14-15)
5. Os apóstolos trazem revelação a Igreja (Ef 3:5)
6. Os apóstolos colocam o fundamento para a Igreja (I Co 3:10)
7. Os apóstolos plantam igrejas (I Co 3.6)
8. Os apóstolos cuidam das igrejas locais (II Co 11:26)
9. Os apóstolos cuidam das igrejas com as quais possuem relacionamentos e as administram como um pai faz com sua família (II Co 11:28);
10. Os apóstolos ordenam ministros ao Corpo de Cristo e os liberam para realizarem a obra do ministério (At. 14: 23)
11. Os apóstolos possuem o ministério de transferência (Rm. 1:11)
12. Os apóstolos derrubam fortalezas (II Co 10:5)
13. Os apóstolos intercedem a favor dos santos (Ef. 3: 14)
14. Os apóstolos demonstram o poder de Deus (I Co 2:4)
15. Os apóstolos impactam as cidades ( At. 13.44)
16. Os apóstolos trazem reforma (Hb 9.10)
17. Os apóstolos defendem a fé (Fp 1.17)
Queremos ressaltar que o apostolado é um chamado e uma eleição de Deus que não depende da vontade do homem. Não será necessário convencer a ninguém ou tentar provar algo, pois os sinais, o caráter, a graça e unção falarão por si mesmos.
Pois, afinal de contas, nossa maior ambição é nos apresentarmos perante Deus naquele dia glorioso e ouvi-lo dizer: “Bem está, servo bom e fiel”.
Que haja um despertar para a verdadeira Reforma Apostólica, com muita oração e jejum e que você faça uma reflexão sobre o salmo 133.
2. O Ministério do Profeta
Os profetas trazem ao povo direção e estratégias divinas e deveria abundar em um tempo como o atual, onde Deus está entregando á Sua Igreja sabedoria e revelação de Si próprio e de Seus propósitos na Terra. Serão intensamente perseguidos, muitas vezes desprezados e em outros casos terão muita oposição á sua mensagem; mas trarão palavras de libertação que conduzirão á vidas de adoração mais transbordantes em espírito e verdade. Como profetas, os apóstolos serão rejeitados, muitas vezes perseguidos e até não aceitos ( I Co.9). O Profético e os Profetas são importantes para o fluir do Espírito. O profético de Deus nos ajuda saber o que devemos fazer para nos mantermos nesse fluir de Deus. Os profetas são importantes para que junto com os Apóstolos tragam a cobertura e fundamentos necessários á Igreja.
3. O Ministério do Evangelista
O Evangelista é um homem chamado por Deus, com a comissão e a habilidade especifica para pregar as Boas Novas de Salvação. Sua mensagem não é o julgamento nem a ira divina e sim o perdão, a graça e a misericórdia do Senhor. Sua mensagem deve ser Cristocêntrica e apresentar as verdades redentoras da obra de Jesus.
4. O Ministério do Pastor
O Pastor é um indivíduo com o chamado direto do coração de Deus para ajudar a pastorear Seu rebanho. O pastor sempre será um pastor entre muitos pastores, sabendo que Cristo é O Príncipe dos pastores e o verdadeiro Pastor do rebanho. Sua função é apascentar as ovelhas, alimentá-las com a Santa Palavra de Deus, cuidá-las e protegê-las. É, em conclusão, um ministério que se move sob a unção do amor e da misericórdia.
5. O Ministério do Mestre
È um ministério dotado pelo Espírito Santo para levar a Igreja ás “águas profundas” na Palavra e revelar, pela graça de Deus, os mistérios contidos na Escritura Sagrada. É um ministério cuja unção produz fome pela Sã Doutrina.
Considerações especiais: aproximadamente um quinto do livro de Atos dos Apóstolos, escrito pelo Dr. Lucas, inspirado pelo Espírito Santo, trata de discursos feitos sobretudo por Pedro, Estevão e Paulo. Todos apresentam em comum uma estrutura básica de proclamação do Evangelho, que pode ser resumida da seguinte forma: 1.As promessas feitas por Deus no Antigo Testamento foram realizadas; 2. O messias veio na pessoa de Jesus de Nazaré; 3.Todos aqueles que ouvem essa pregação devem arrepender-se e ser batizados em nome do Senhor Jesus.
Atos dos Apóstolos retrata o perfil de vários cristãos admiráveis da Igreja Primitiva, entre os quais: Barnabé, Estevam, Filipe, Cornélio e Paulo que, por sinal, foi um perseguidor implacável do Evangelho se converteu e por seu intermédio o Evangelho chegou a capital do mundo – Roma.
O livro Atos dos Apóstolos é um dos primeiros exemplos que temos do Evangelho proclamado pela Igreja Primitiva. Representa “o fundamento dos apóstolos e profetas. Sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef 2.20) sobre a qual a Igreja foi definida. Nesse sentido, o livro de Atos ainda não acabou de ser escrito, pois cada geração é capacitada pelo Espírito Santo a acrescentar-lhe novos capítulos, pela proclamação das “grandezas de Deus” (Atos 2:11).
Uma velha capa, uns livros sacros e alguns manuscritos – eis aí toda a fortuna de Paulo que, por espaço de trinta anos, trabalhou pelo bem da humanidade e enriqueceu milhares e milhões de almas! . . . Para morrer em tamanha pobreza é necessário ter vivido com a alma repleta duma riqueza imensa.
Enquanto algum “apóstolo” pensa em levantar palacetes, acumular dinheiro, fazer política profana e enriquecer parentes – o seu “apostolado” é uma comédia... Só no dia em que ele puder dizer em verdade: “Cristo é minha vida – e o mundo me vale tanto como um punhado de lixo”; será o seu apostolado uma realidade
E que Deus te abençoe, em nome do Senhor Jesus Cristo.
Apóstolo Lúcio Almeida

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