TV IGREJA BATISTA APOSTOLICA DA RESTAURAÇÃO

segunda-feira, 15 de março de 2010

Ministério Profético - Parte 1


MINISTÉRIO PROFÉTICO - Parte 1
Apóstolo Lucio Almeida.

O primeiro grupo de escritos do Antigo Testamento corresponde a cinco livros que vão de Genesis a Deuteronômio, os quais estão ligados entre si. Foram escritos por Moisés, relacionando-se ao preparo de Israel para entrar em Canaã. A seguir vem o grupo formado por doze livros, de Josué a Ester, livros históricos. Se referem a ocupação de Canaã por Israel. Outro grupo de 17 livros proféticos, divididos em cinco escritos dos profetas maiores e doze dos profetas menores. Esta classificação está relacionada a quantidade de material escrito.
Os profetas apontavam para o futuro. Falavam do julgamento e dos tempos messiânicos que viriam para promover arrependimento e volta a justiça. Em Isaias, o futuro messias é visto como o Salvador que sofre e como o último soberano que reina no império mundial. Em Jeremias, onde temos também a demanda completa do Senhor contra Israel; Ele é o “Renovo”, fruto de Davi e o Restaurador final do povo julgado e disperso. Em Ezequiel, vemos o Messias como Pastor e Rei Perfeito. Em Daniel, como o imperador universal sobre as ruínas do fracassado sistema gentio mundial.
Os profetas foram chamados e inspirados por Deus para transmitir uma mensagem de advertência e súplica, antes que do golpe do juízo divino.
As funções gerais dos profetas podem ser observadas nas três seguintes classificações: Porta-voz de Deus, Vidente e Professor da Lei e da Justiça.
O cativeiro é o tema principal dos profetas. Alguns serviram antes do exílio (profetas pré-exílicos); outros serviram no exílio (pós-exílios); outros serviram no exílio (profetas exílicos); e outros serviram depois do exílio (pós-exílicos).Seis profetas viveram no tempo da destruição de Israel pela Assíria: Joel, Jonas,Amós, Oséias, Isaias e Miquéias; Sete profetas viveram no tempo da destruição de Judá pela Babilônia: Jeremias, Ezequiel, Daniel, Obadias, Naum, Habacuque e Sofonias; E três viveram no período da Restauração de Israel: Ageu, Zacarias e Malaquias. O período dos profetas em Israel cobriu 500 anos, até o quarto século antes de Cristo. Depois, as vozes dos profetas silenciaram até João Batista.
2. Classificação das advertências proféticas:
2.1 Acusação, declaração da ofensa;
2.2 Juízo, castigo a ser executado;
2.3 Instrução, resposta esperada;
2.4 Conseqüência, afirmação de esperança ou livramento futuro.
A partir dos dias de Samuel, “escolas de Profetas” foram fundadas em Israel (1Sm 19:20) a primeira escola mencionada onde os jovens se ajuntavam ao redor dos profetas experientes e reconhecidos, formavam pequenos grupos, aprendendo deles.Quase todos os profetas da “escola” escreveram depois de terem sido profetas da “palavra”.
3. Temas éticos
3.1 A condenação da idolatria, da moralidade e da injustiça seguida do convite para o arrependimento e vida íntegra;
3.2 O caráter de Deus ao exigir justiça e misericórdia, e ao prometer julgamento para os impenitentes;
3.3 A religião verdadeira está ligada ao coração e não apenas as mãos.

4. Temas Escatológicos
4.1 A vinda do Senhor e o seu julgamento sobre Israel e as Nações;
4.2 O caráter e a vinda do Messias no julgamento, salvação e glória.
4.3 A vinda messiânica e suas bênçãos sobre Israel e o mundo;
4.4 A preservação dos restantes fieis de Israel.
5 As épocas dos Profetas da “Escrita” de Israel.
5.1 Crise em 931 a.C., ano da morte de Salomão, a Nação de Israel se dividiu em dois reinos: Judá e Israel.
Judá (Reino do Sul) Israel ( Reino do Norte)
931 a.C. Roboão 931 Jeroboão I
913 Abias 910 -
911 Asa 909 Nadabe
873 Josafá 886 Baasa Elias 870-845
853 Jeorão (Obadias 845) 885 Elá, Zinr e Onri Eliseu 845-798
841 Acazias 874 Acabe
853 Acazias
852 Jorão

5.2 Crise 841 Jeu matou os reis de ambos os reinos, apoderou-se do trono de Israel. E destruiu o generalizado culto a Baal, no Reino do Norte:
Judá Reino do Sul Israel Reino do Norte
841 Rainha Atalia 841 Jeú
835 Joás Joel 830-825 814 Jeocaz
796 Amazias 798 Jeoas Jonas 785-760
792 Azarias –Uzias 793 Jeroboão II Amós 760
750 Jotão Isaias 740-680 753 Zacarias Oséias 755-725
743 Acaz Miqueias 730-720 752 Salum,Menaem,Peca
728 Ezequias 742 Pecaias
732 Oséias
5.3 Crise em 722, os Assírios destruíram Samaria e exilaram Israel para a Assíria; Judá foi poupado em virtude da Reforma de Ezequias e do expurgo da idolatria.
- Ezequias Naum 710
697 Manasses
642 Amom
640 Josias Jeremias 627-585
609 Jeocaz e Jeoaquim Sofonias 625
597 Joaquim Habacuque 607
597 Zedequias Daniel 603-536 Ezequiel 592-570
5.4 Crise em 586, os babilônicos destruíram Jerusalém e exilaram os Judeus para a Babilônia. Em 538, a Pérsia libertou e devolveu os exilados para eles construírem o Templo de Jerusalém.
536 Zorobabel (gov.) Ageu 520 e Zacarias 520-480
5.5 Crise em 444, a Pérsia mandou Neemias reconstruir o muro de Jerusalem e tornar-se governador.
444 Neemias gov. Malaquias 430
6. Profetas e seus destaques:
Gade aconselhou a Davi no deserto ISm 22:5.
Natã aconselhou a Davi a respeito da Aliança e do adultério IISm 12:1.
Ido escreveu os Atos de Salomão II Cr. 9:29.
Aias informou a Jeroboão de que ele seria rei do Norte IR 11:29.
Semaias avisou a Roboão que não pelejasse contra Jeroboão IR12:22.
“Homem de Deus” repreendeu a Jeroboão devido aos sacrifícios aos bezerros. IR 13:1
“Velho profeta” testou o “homem de Deus” para certificar-se.1Rs 13:11-31.
Azarias encorajou a Asa no seu primeiro ato de reforma IICr 16:7
Hanani repreendeu a Asa pelo auxilio da Síria e foi preso IRs 16:1
Jeú, o filho de Hanani, repreendeu a Baasa, de Israel e a Josafá IICr.19:2.
Elias repreendeu a Acabe e Jezabel pelo culto a Baal IRs 17
Profeta desconhecido aconselhou a Acabe a respeito da vitória sobre a Síria IRs 20:13
Micaias informou a Acabe do plano do Senhor a respeito da morte do rei IRs22:14.
Eliseu reprovou o culto a Baal em Israel e fez muitos milagres IIRs 2.
Jovem profeta ungiu Jeú para rei e destruidor da casa da Acabe II RS 9
Zacarias, filho de Joiada repreendeu a Joas pela apostasia e foi morto pelo rei IICr. 24:20.
Obede advertiu a Peca, que libertasse os cativos judeus IICr. 28:9
7. Para ler e interpretar com entendimento os profetas:
É necessário compreender os dois tipos de contexto histórico para todos os livros proféticos e, ainda, distinguir as formas literárias que os profetas empregavam no serviço das suas mensagens divinamente inspirados.
7.1 O contexto maior
Os dezessete livros proféticos do Antigo Testamento provêm de uma faixa um pouco estreita do panorama intenso da história israelita, isto é, cerca de 760-460 aC. Porque não temos livros de profecias dos dias de Abraão (cerca de 1800 a.C.) ou dos dias de Josué(cerca de 1400 a.C.) ou de Davi (1000 a.C.)? Deus não falou ao seu povo e ao mundo deste, antes de 760 a.C.? Deus falou. Temos muita matéria na Bíblia acerca daquele tempo. Deus falou a Israel na Lei (Jr.31:31-34).
Por que há um registro tão concentrado da palavra profética no período Amós 760 a.C. a Malaquias 460ª.C.? A resposta é que este período na história de Israel exigia a mediação da execução da Aliança. Um segundo fator foi o desejo de Deus de registrar para toda a historia subseqüente as advertências e as bênçãos que aqueles profetas proclamaram em nome Dele durante aqueles anos fundamentais, caracterizados por três aspectos: 1. Transtornos políticos, militares, econômicos e sociais sem precedentes; 2. Um nível enorme de infidelidade religiosa e de desrespeito para com a Aliança Mosaica original; 3.Mudanças das populações e das fronteiras nacionais. Deus levantou profetas e anunciou Sua Santa e Gloriosa Palavra de acordo com a situação.
7.2 Contextos específicos
Deus falou através dos profetas a pessoas num determinado tempo e lugar, e em determinadas circunstancias. É oportuno reconhecer e interpretar corretamente as técnicas literárias utilizadas pelos profetas: 1. O processo jurídico (Is. 3:13-26). Deus é retratado de modo imaginativo como sendo o demandante, o promotor público, o juiz, e o oficial de justiça, num processo jurídico contra o reu, Israel; 2.O ai – outra forma alegórica.Ai era a palavra que os antigos israelitas exclamavam quando enfrentavam a ruína ou a morte; Através dos profetas, Deus faz predições da condenação final. Leia Habacuque capitulo 2 versículo 3 . A promessa. Você reconhecerá esta forma alegórica, sempre que observar estes três elementos: a referencia ao futuro, a menção de mudanças radicais e a menção das bênçãos.Amós 9:11-15.
Que você possa refletir sobre a importância da restauração profética, em pleno século XXI e perceba quanta abominação existe em todas as Nações, e muito tem irado o coração de Deus.
Tudo o que está acontecendo, nos leva a acreditar no cumprimento das profecias mencionadas no Livro da Revelação do Senhor Jesus Cristo ao Apostolo João, na Ilha de Patmos.
Que o Senhor Deus Todo Poderoso te abençoe, em nome do Senhor Jesus Cristo.
Apóstolo Lucio Almeida.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010



VESTINDO A COURAÇA DA JUSTIÇA.

“... e vestida a couraça da justiça” (Efésios 6:14b)

Na armadura do soldado, a couraça podia ser uma veste de malha ou mesmo de metal. Tento como utilização principal, proteger a parte superior do corpo, as costas e o peito. Lembremos que nesta região do corpo, esta localizado órgãos vitais como, o coração, pulmão e o estômago. Qualquer golpe em um destes órgãos, seria morte fatal.

O porque do colete da justiça.

Numa visão espiritual, porque devemos cobrir esta parte do corpo com a justiça? Para se responder a esta questão, precisamos entender que, segundo uma cultura quase que mundial, o coração é responsável pelas emoções e sentimentos. (Pelo menos em uma das tribos indígenas na África, o órgão responsável pelas emoções e sentimentos é a garganta). Quando uma pessoa faz boas obras, dizemos que ela tem um bom coração. Se maltrata as pessoas, ela tem um mau coração, ou um coração duro. E assim por diante.
Esta interpretação não é novidade, lembre-se que, Deus disse que endureceria o coração de Faraó, e ele não deixaria o povo ir embora do Egito facilmente. ( Êxodo 7:3-4). Quando Paulo escreve exortando o uso da couraça da justiça, é para que o crente tenha o seu coração, os seus sentimentos, protegido das injustiças de Satanás. Quando ele vier com suas injustiças, acusações mentirosas, não aceite. Declare a justiça do Senhor em sua vida, o nosso renovo, nossa força, nossa habitação segura, nossa salvação. (veja: Salmos 145:17; Jeremias 23:6).

Revestido com a couraça e com o sangue de Cristo.

Não podemos nos esquecer de que a principal função do coração em nosso corpo é a de distribuir o sangue para todo o organismo. O sangue é vida, e Deus determinou que, somente através do derramamento de sangue seria perdoado os pecados (ver, Levítico 17:6 ; Hebreus 9:18-22). Durante centenas de anos foi assim, um animal deveria ser sacrificado tendo seu sangue derramado a favor do homem. É importante observar que, Deus nunca pediu sangue humano como sacrifício em forma de expiação pelos pecados do homem. Quando Deus achou que já era o momento certo, enviou seu filho Jesus (ver, Gálatas 4:4) que tomou o lugar de cordeiro, e, foi sacrificado por toda a humanidade. Seu sangue foi então derramado, e precisamos entender que este sangue não tem valor monetário, não tem preço, isto porque não há riqueza material que pague o valor real do sangue de Cristo. Quando estamos revestidos com a couraça da justiça, o sangue de Jesus flui em nossas vidas, e isto torna as coisas muito mais difíceis para o nosso inimigo que possui uma terrível “alergia” ao sangue do Cordeiro.

Se o sangue de Cristo é de tão importância na vida cristã, o crente deve reivindicá-lo sempre. Eu particularmente acredito que, em uma ótica espiritual, nosso corpo é revestido com o sangue do Cordeiro, sendo visto por nossos inimigos, causando-lhes arrepio e medo. “Eles o venceram (venceram ao diabo)[2][2] pelo sangue do Cordeiro...”
(Apocalipse 12:11).
Deus te Abençoe, em nome do Senhor Jesus Cristo.
Apóstolo Lucio Almeida

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Restauração Profética e Apostolica


Restauração Profética e Apostólica da Igreja
Apóstolo Lúcio Almeida


No segundo Livro das Crônicas encontramos no Capítulo 7;14: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.”
Esta é a aliança que o Senhor fez com Salomão quando ele, durante sete anos, edificou a casa do Senhor no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai.
O Templo de Salomão foi construído no monte Moriá, que se encontra localizado no deserto, edificado com mais de 10 mil toneladas de matéria prima e mais de 200 mil homens alocados; Este templo foi o lugar de sacrifício, lugar de holocausto; Após 360 anos, o respectivo templo foi destruído pelo rei da Síria, Nabucodonosor. Mas a Igreja não é do homem, não é da mulher, a Igreja é do Senhor Jesus. Na seqüência Deus levantou Ageu, “A glória do Segundo templo é maior do que a primeira”; E o templo teve a sua reconstrução iniciada. Deus levantou Esdras e no capitulo 1:5. Está escrito que: “É o Senhor quem levanta pessoas para trabalharem na sua casa; Deus levantou o copeiro do rei Artaxerxes, Neemias para reconstruir os muros em volta de Jerusalém, pois as suas portas foram queimadas e os seus muros derrubados. Desde aquela época, podemos perceber que o diabo e suas hostes malignas se manifestando como opositores a este processo de reconstrução;Deus levantou Zacarias e no capitulo 4.6 daquele livro encontramos que “Não é por força nem por violência , mas pelo Espírito do Senhor”; Já na epistola aos Gálatas, o Apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, escreve Não sabei vós que o vosso corpo é templo do Espírito Santo?
Não existe nenhum modelo de evangelização idealizado pelo homem para o crescimento da Igreja do Senhor Jesus; Encontramos a sua base teológica, no Livro dos Atos dos Apóstolos no capitulo 9:31 - A igreja na verdade, tinha paz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número.
Ao estudarmos a historia eclesiástica, desde o primeiro século, percebemos a existência de muitas controvérsias geradas dentro do próprio seio da Igreja: a deificação, as três pessoas da Santíssima Trindade, o papel do bispado, o papel do profético, o papel do apostolado, a salvação pelo sangue de Cristo, o Batismo em água, a natureza divina e humana de Jesus, o papel da mãe de Jesus, o papel da igreja na sociedade, a mensagem da Cura Divina, a teologia da prosperidade, dentre tantos debates. Um aspecto que vale destacar, aconteceu no século II foi a declaração do historiador eclesiástico Hans Von Campenhausen ao chamar o critério principal do principio profético-apostólico, no tocante a escolha dos livros que deveriam compor o canon muratório, que representa um passo crucial, no desenvolvimento da vida organizacional oficial da igreja cristã. O principio profético-apostólico significa que os livros e cartas precisavam ser amplamente reconhecidos por todas as igrejas cristãs como uma reflexão da autoridade apostólica, (se não tiverem sido escritos por um apóstolo) e como uma apresentação de verdades importantes para a salvação e o viver cristão; Isto é, qualquer obra que entrasse no Canon, tinha de ser produto do “cristianismo primitivo” e ser amplamente usada como guia útil para ensinar e viver o cristianismo.
Depois de um longo período discursivo, na história da igreja, somente no século IV ficou definida a composição dos livros pertencentes ao Antigo Testamento e ao Novo Testamento; A igreja cristã “organizou-se” por volta do ano 300; Naquela época já existia uma catedral cristã próxima ao palácio imperial em Nicomédia e a paisagem do império estava marcada por basílicas. Existia um governo eclesiástico com total autoridade sobre as igrejas, a liturgia cristã padronizou-se; Existia um credo para avaliar a ortodoxia e para todos os fins práticos, a igreja tem sua Bíblia autorizada... a Septuagita, a vulgata, enfim As Sagradas Escrituras do Criador para a sua criação.
Os livros do Antigo Testamento foram escritos, em pergaminhos, confeccionados em peles de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas; O texto escrito em hebraico, apenas alguns capítulos escritos em aramaico; Enquanto que os livros do Novo Testamento foram escritos em Grego.
Um aspecto que vale destacar, aconteceu no século II foi a declaração do historiador eclesiástico Hans Von Campenhausen ao chamar o critério principal do principio profético-apostólico, no tocante a escolha dos livros que deveriam compor o canon muratório, que representa um passo crucial, no desenvolvimento da vida organizacional oficial da igreja cristã. O principio profético-apostólico significa que os livros e cartas precisavam ser amplamente reconhecidos por todas as igrejas cristãs como uma reflexão da autoridade apostólica, (se não tiverem sido escritos por um apostolo) e como uma apresentação de verdades importantes para a salvação e o viver cristão; Isto é, qualquer obra que entrasse no Canon, tinha de ser produto do “cristianismo primitivo” e ser amplamente usada como guia útil para ensinar e viver o cristianismo.
Depois de um longo período discursivo, na história da igreja, somente no século IV ficou definida a composição dos livros pertencentes ao Antigo Testamento e ao Novo Testamento; A igreja cristã “organizou-se” por volta do ano 300; Naquela época já existia uma catedral cristã próxima ao palácio imperial em Nicomédia e a paisagem do império estava marcada por basílicas. Existia um governo eclesiástico com total autoridade sobre as igrejas, a liturgia cristã padronizou-se; Existia um credo para avaliar a ortodoxia e para todos os fins práticos, a igreja tem sua Bíblia autorizada... a Septuagita, a vulgata, enfim As Sagradas Escrituras do Criador para a sua criação.
Os livros do Antigo Testamento foram escritos, em pergaminhos, confeccionados em peles de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas; O texto escrito em hebraico, apenas alguns capítulos escritos em aramaico; Enquanto que os livros do Novo Testamento foram escritos em Grego.
O propósito da Restauração profética e apostólica leva a igreja do Senhor Jesus Cristo de volta aos verdadeiros alicerces no Novo Testamento e livrá-la de todos os falsos ensinos e práticas corruptas
Apesar de tudo, Deus apresentou um remanescente fiel; Depois de século de obscurantismo religioso, a idolatria e sincretismo enganoso, o mundo viu uma nova luz de Restauração divina com a transformação de Martinho Lutero e suas 95 teses bíblicas,que, em 31 de outubro de 1517 foram afixadas na porta da Catedral da cidade de Wittenberg, Alemanha.Deus iniciou um processo restaurador, de 31 de outubro de 1517, e não se deteve, acelerando-se no século XX. Três princípios protestantes da maior importância são os responsáveis por diferenciá-los da Igreja de Roma e de sua teologia: 1. Sola gratia ET fides ( a salvação pela graça mediante a fé somente); 2. Sola scriptura (as Escrituras acima de todas as demais autoridades da fé e da prática cristã); 3. E o sacerdócio de todos os crentes; Temos livre acesso ao trono da graça.
Já mencionamos, através de instrumentos de comunicação que, se as teses bíblicas elencadas por Martinho Lutero fossem aceitas pela Igreja Católica Romana, como verdadeiras alternativas de soluções para os sintomas identificados, naquela época,com certeza, teríamos os menores índices de corrupções, de guerras, terremotos, homicídios, de feitiçarias e tantas abominações ao Senhor Deus todo poderoso.
Em meados do século XV, Johannes Gutemberg desenvolveu a arte de fundir tipos metálicos móveis; O primeiro livro impresso foi a Bíblia Sagrada, em Latim; Depois foi traduzida para outros idiomas; A descoberta de Gutemberg muito contribuiu para a propagação daquele livro escrito por mais de quarenta pessoas, porem todos inspirados pelo Espírito Santo.
È oportuno mencionarmos que a Bíblia completa em português só foi lançada em 1753, ainda em dois volumes. Apenas em 1819 a obra foi publicada num volume só, já pela Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, ( a mesma que, em 1808, despachou para o Brasil o primeiro carregamento de Novos Testamentos em português, segunda a tradução de João Ferreira Annes d´Almeida.
Em pleno século XXI, notadamente, a Igreja Evangélica carece de uma grande Reforma, e esta solução só acontecerá com a mudança comportamental dos líderes eclesiásticos, no tocante ao retorno aos verdadeiros fundamentos da igreja primitiva, uma igreja curada; Somente a restauração profética e apostólica será capaz de revelar o oculto e levar a igreja ao senhorio do Senhor Jesus Cristo, o que excluirá o lixo doutrinário, dogmático, político e teologias que são verdadeiras abominações ao Senhor Jesus: o Cristianismo místico, e proporcionará o retorno da igreja a aplicabilidade da verdadeira doutrina; No livro de Marcos, no capítulo 1.15: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo: Arrependei-vos e crede no evangelho.
Considerações especiais: aproximadamente um quinto do livro de Atos dos Apóstolos, escrito pelo Dr. Lucas, inspirado pelo Espírito Santo, trata de discursos feitos sobretudos por Pedro, Estevão e Paulo. Todos apresentam em comum uma estrutura básica de proclamação do Evangelho, que pode ser resumida da seguinte forma: 1. As promessas feitas por Deus, no Antigo Testamento, foram realizadas; 2. O Messias veio na pessoa de Jesus de Nazaré; 3. Todos aqueles que ouvem essa pregação devem arrepender-se e batizados, em nome do Senhor Jesus.
O livro de Atos dos Apóstolos retrata o perfil de vários cristãos admiráveis da Igreja Primitiva, entre as quais: Barnabé, Estevão, Felipe, Cornélio, Lúcio de Cirene e Paulo, que por sinal, foi um perseguidor implacável do Evangelho, que se converteu na estrada de Damasco e por seu intermédio o Evangelho do Senhor Cristo chegou a Roma, Capital do mundo.
O livro de Atos dos Apóstolos é um dos primeiros exemplos, que temos do Evangelho proclamado pela igreja primitiva.
Sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra Angular (Ef. 2:20) sobre a qual a Igreja foi edificada. Nesse sentido, o livro de Atos ainda não acabou de ser escrito, pois cada geração é capacitada pelo Espírito Santo a acrescentar-lhe novos capítulos, pela proclamação das “grandezas de Deus”. (Atos 2:11)
Uma velha capa, uns livros sacros e alguns manuscritos, - eis aí toda a fortuna do Apostolo Paulo de Tarso que, por um espaço de trinta anos, trabalhou pelo bem da humanidade e enriqueceu milhões de pessoas! ... Para morrer em tamanha pobreza é necessário ter vivido com a alma repleta duma riqueza imensa.
Enquanto algum “apóstolo” pensa em levantar palacetes, acumular dinheiro, fazer política e enriquecer parentes – O seu “apostolado” é uma comédia... Só no dia em que ele puder dizer em verdade. “Cristo é minha vida -“Não mais eu vivo, mas Cristo vive em mim” E o mundo me vale tanto como um punhado de lixo”.– Será o seu apostolado uma realidade.
O apostolado é um chamado, é uma eleição de Deus que não depende da vontade do homem. Não será necessário convencer a ninguém ou tentar provar algo, pois os sinais, o caráter, a graça e unção falarão por si mesmo; Pois, afinal de contas, nossa maior ambição é nos apresentarmos perante Deus naquele dia glorioso e ouvi-Lo dizer: “Bem está: servo bom e fiel.”
O Reverendo Paul Yong Cho, mesmo sendo budista foi milagrosamente curado de uma tuberculose pela oração de um líder pentecostal e se converteu ao evangelho, começou a disciplinar através de células, com o governo de cinco pessoas, cada base celular tinha a missão de formar mais cinco e que, por sua vez, seriam multiplicadas através de estudo bíblico nos lares.
Se o Reverendo tivesse entendido que a mensagem que o Espírito Santo ministrou ao seu coração não se referia a formar Célula de cinco pessoas. Paul Yong Cho implantou esse método em Seul, na Coréia do Sul e a Igreja cresceu. Se não tivesse ocorrido esta distorção da mensagem revelada pelo Espírito Santo, não somente um milhão de pessoas teria sido alcançado, mas também grande parte das 217 Nações, em pleno século XXI. Aquele método foi e tem sido um referencial para muitos que correm atrás de “modelo de evangelização”, criado pelo homem, em vez de orar, jejuar, arrepender e confessar seus pecados e buscar a orientação, á luz das Sagradas Escrituras: como impactar as Nações.
Antes da implantação daquele modelo, caberia ao referido pastor orar mais e á luz das Sagradas Escrituras, teria percebido que o Espírito Santo estava se referindo a práxis de voltar à origem da Igreja primitiva, projetada por Deus para operar na plenitude do Espírito Santo, conforme narrativa no Livro de Atos dos Apóstolos no capitulo dois, escrito por Lucas e tão bem inspirado pelo Espírito Santo. Mais tarde, O Apóstolo Paulo escreve, na Epístola aos Efésios capítulo. 4:11: “E Ele mesmo deu uns para Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres.
Nos anos seguintes, muitos pastores visitaram Seul, capital da Coréia do Sul, dentre os quais: Cezar Castellanos, líder do movimento carismático em Bogotá, Colômbia , conta que, ao visitar o Ministério do Pastor Paul Yong Cho, na Coréia do Sul, ao invés de um modelo de cinco líderes, passou a ter uma nova visão: com alvo multiplicador de doze líderes que se comprometeriam a alcançar uma “escala de sucesso”, com quatro metas: ganhar, consolidar, disciplinar e enviar; também, diz que recebeu a visitação do Espírito Santo para implantar, na Colômbia, esse método de evangelização, e ao retornar daquela viagem missionária, estabeleceu esta prática e com doze pessoas iniciou a pregação do Evangelho do Senhor Jesus, nos lares e adjacências, alem de introduzir interpretações não bíblicas, na sua práxis evangelistica; Mais uma vez, um grotesco erro de interpretação da mensagem divina, ele deveria meditar sobre a “igreja primitiva” mencionada no capitulo 2 do Livro dos Atos dos Apóstolos, e não a evangelização através do método considerado como G-12. Este modelo foi exportado para diversos países, inclusive para o Brasil.
Hoje, nós recebemos do Pai que a Sua Igreja, para operar, da forma planejada, idealizada, precisa retornar ao modelo dos cinco ministérios e que o seu fundamento é constituído de Profetas e Apóstolos, e não uma Igreja anêmica, paralítica, cheia de abominações, que, hoje, em pleno Século 21 aí se encontra operando com apenas três ministérios. Mestres, para escolas bíblicas dominicais doentes; Pastores centralizadores, e Evangelistas que só querem evangelizar, de acordo com os seus métodos, seus interesses.
Deus está bradando do Seu trono, levantando e capacitando homens verdadeiramente compromissados com Ele, que não vendem a sua unção, e que não fazem barganhas com o Altíssimo – processo de “toma lá da cá”.
O Senhor Deus está sacudindo a terra, e aqui em Salvador há de derramar a Unção que impactará todas as 217 Nações e, que, em breve muitos pregadores, missionários, servos virão a esta cidade, para receber a centelha da Unção do Poder de Deus e retornarão as suas Nações para levá-las aos pés do Senhor Jesus. A área territorial de Salvador 313 quilômetros quadrados, O Seu nome foi colocado pelos jesuítas em 1549 em homenagem ao Senhor Jesus. na bandeira vemos uma pomba com um ramo de oliveira com 8 folhas simbolizando a família.
Cremos que a unção profética e apostólica se faz necessária para o cumprimento das Sagradas Escrituras, pois o Senhor Jesus Cristo virá buscar a sua Igreja sem ruga, sem mácula e sem defeito.
Mas, não devemos ficar indignados com o que está acontecendo, pois já estamos no principio das dores, a sexta trombeta já foi tocada, o Apóstolo João em sua epístola escreve: Que é chegada a última hora e aqueles que não estão no nosso meio, porque não confessam o Cristo que morreu na cruz, mas o anticristo. Na epistola de João 4;6. Nós somos de Deus, aquele que conhece a Deus nos ouve, aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro.
Nestes últimos cinco anos, o Senhor Jesus, O Filho de Deus tem impactado as Nações com sua mensagem: Despertar as Nações para o arrebatamento da sua igreja, e este despertar exige mais tempo de oração, de jejum, de arrependimento, de confissão, mais leitura das Sagradas Escrituras, mais dependência do Espírito Santo.
Reflexão: No Antigo Testamento homens interpretaram a mensagem do Senhor de forma diferente. No Novo Testamento também. Mas o Senhor é Aquele que Sabe de todas as coisas, pois Ele é o Alfa o Omega, Onisciente, Onipresente, Onipotente.
Cabe a nós, como os trabalhadores da ultima hora, eliminarmos todas as diferenças, a luz das Sagradas Escrituras e refletirmos como um espelho a gloria do Pai para as Nações; Devemos pregar somente a doutrina verdadeira: a mensagem das boas novas como o Senhor Jesus tem nos ensinado, especificamente, no evangelho de João capitulo 17:20 “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vieram a crer em mim,por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um e como esta,ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.
Para que você possa entender o momento histórico que a igreja está vivendo, gostaríamos que você refletisse na seguinte frase: Em toda a história da humanidade, jamais se constatou tanta evolução cientifica, descobertas de novas tecnologias, mas também grandes catástrofes, guerras, terremotos, altíssimos índices de corrupção, e tanta falta de amor ao próximo, como detectado nos últimos cem anos; Por estes e tantos acontecimentos, tudo nos leva a crer que o Senhor Jesus está voltando; É necessária a urgente restauração profética e apostólica da igreja; Ninguém pode deter esta alavancagem; Pois, conforme está escrito no livro de Mateus, capítulo 16:18: Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Satanás e todas as suas hostes malignas não prevalecerão contra este ultimo estágio da igreja, antes da segunda volta do Senhor Jesus, que em breve virá buscar a Sua noiva, sem ruga, sem mácula e sem defeito.
Queremos destacar que, no dia vinte e um de novembro de dois mil e nove, o Apóstolo Lúcio Almeida recebeu a visitação do Espírito Santo que lhe falou: “Fale a minha Igreja para voltar ao primeiro amor, tendo como referencial a Igreja implantada no primeiro século, a Igreja Primitiva, capitulo dois do Livro de Atos dos Apóstolos: com os cinco ministérios, tendo como fundamento os profetas e os apóstolos, conforme relata o Apóstolo Paulo, em sua Epistola aos Efésios, capítulo 4:11 E Ele mesmo deu uns para apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres. “
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito Santo diz às igrejas.
Deus te abençoe, em nome do Senhor Jesus Cristo.
Apóstolo Lúcio Almeida.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

CONSTRUÇÃO DO VASO




A CONSTRUÇÃO DE UM VASO

PRIMEIRA FASE: É assim que Deus escolhe o barro: Dentre 200 tipos de barros conhecidos pela geologia,somente oito tipos servem para fazer vasos; Sabe o que significa? Se você foi escolhido por Deus, significa que você é um barro bom. SEGUNDA FASE: Fase do curtimento; É aquela em que parece que Deus fala com todo mundo, menos com você. É uma das fases importantes, porque o vaso tem que ficar no curtimento, quanto mais tempo curtindo, maior liga fará. Um vaso grande passa por um longo curtimento.TERCEIRA FASE: Fase do pisamento : É quando o barro é retirado do curtimento, talvez depois de muito tempo, colocado em um local para ser pisado; Para que todo o ar seja retirado; Deus permite que você seja humilhado, pisado, para poder tirar todo o orgulho,vaidade... Sabe como é? Parece que todos falam mal de você, ninguém te entende, julgam suas atitudes. Isso acontece quando Deus tem pressa de fazer o vaso, então Ele chama muito mais pessoas para pisarem.QUARTA FASE: Agora o barro precisa ser misturado com a palha fina, pedra triturada e o resto da cerâmica: Um vaso sem esses implementos é um vaso fraco, quebra fácil. Deus não quer vaso fraco, mas vaso forte. Sem o Espirito Santo, humildade, disposição, perseverança, fé e confiança, o vaso fica fraco.QUINTA FASE: Chegou a hora do barro virar vaso; Agora depois de todo esse processo, o oleiro leva o barro para ser moldado e virar vaso.SEXTA FASE: O oleiro leva o vaso a ser submetido a alta temperatura. Depois de Deus ter nos escolhido, nos ter deixado criando liga, nos ter tirado toda nossa vontade, depois nos ter fortalecido; Ele finalmente começa a nos moldar. Então quando estivermos definitivamente prontos, Ele nos usa em Suas mãos, de acordo com a Sua vontade.
De acordo com o livro do profeta Jeremias, capitulo 18: 1-5 percebemos o método de Deus em ensinar aos seus servos mais uma lição de amor, de Fe e misericórdia. Ele convida o homem a comparecer a casa do oleiro, que naquele instante se encontrava confeccionando um vaso de barro e de repente aquele vaso se quebra nas mãos daquele oleiro, que habilmente começa a fazer outro vaso; Então Deus diz ao profeta que, assim como aquele oleiro agiu daquela maneira, Ele também poderia fazer com a casa de Israel.
Para você ainda há esperança; Não importa a fase em que você se encontra, o que importa é que você é um vaso nas mãos do oleiro.
No Evangelho escrito pelo Dr. Lucas, a partir do capitulo 22: O Senhor Jesus se encontrava orando no Jardim do Getsêmani, transpirou sangue. De repente, chega Judas Iscariotes que beija a sua face. Qual é a intencionalidade das pessoas que têm te beijado? Recentemente, um autor publicou um livro sobre 384 métodos diferentes de se beijar, porem o mais danoso, com certeza, é o beijo da traição. Na sequência, o Senhor Jesus foi preso, foi levado a casa do sumo sacerdote, ao Sinédrio, a Pilatos e perante Herodes. Recebeu muitos açoites nas costas; recebeu uma coroa de setenta e nove espinhos de cinco centímetros; Carregou uma cruz de aproximadamente vinte quilos; Recebeu pregos nas mãos e nos pés; Foi pregado no madeiro, crucificado naquela cruz. Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lemá sabactani, que quer dizer: Deus meu, Deus meu, porque me abandonastes? Do alto daquela cruz, elevou os olhos para o alto e disse: Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Olhou para baixo e viu a sua mãe chorando e disse: mulher eis aí o teu filho; olhou e viu o discípulo amado e lhe disse: filho eis aí a tua mãe; Olhou ao lado e disse ao crucificado: ainda hoje estarás comigo no paraíso; Jesus exclamou: Tenho sede e deram-lhe vinagre e mirra; Jesus olhou para o alto e clamou com grande voz: Pai em tuas mãos entrego o meu espírito, está consumado; Frases produzidas pelo Senhor Jesus que mudaram a história da humanidade. Na sequência, José de Arimatéia retirou o corpo do Senhor Jesus Cristo daquela cruz e o envolveu com lençóis de linho e no seu rosto um lenço; O seu corpo foi colocado na sepultura e lacrada a entrada; Mas ao terceiro dia Ele ressuscitou: Aqueles lençóis estavam embrulhados, mas o lenço que cobria o seu rosto estava dobrado a parte, num ato profético que um dia O Senhor Jesus voltará para levar a sua Igreja, sem mácula e sem defeito, lavada e remida pelo Seu sangue.
O apóstolo Paulo escreve na epístola aos Romanos: Tendo sido, pois justificados pela fé temos paz em Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que as tribulações produzem perseverança, a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E escreve ainda que: Em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.
Você que é vaso de honra na casa do Senhor não deve se esquecer que todo vaso precisa de azeite. Que tipo de azeite você está pedindo ao Senhor: O azeite da Santa Unção, da alimentação, da iluminação ou o azeite da limpeza?
“Amar a Deus é o maior de todos os romances. Procurá-lo, a maior das aventuras. Encontrá-lo a maior de todas as realizações”.
Que Deus te abençoe, em nome do Senhor Jesus.
Apóstolo Lúcio Almeida.

MINISTERIO APOSTOLICO



MINISTERIO APOSTOLICO

Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres. Tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para desempenho do ministério, para Edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à Unidade da Fé e do Pleno Conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não sejamos mais meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia induzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em Amor, cresçamos em tudo Naquele que é o cabeça, Cristo, do qual todo corpo bem ajustado, é ligado pelo auxilio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o seu próprio aumento para edificação de si mesmo em amor.
Efésios 4:10-16

Quinta Edição

A Igreja Original
O Cristianismo dos últimos tempos aceitou o ministério dos evangelistas, pastores e mestres, foi relutante e negativo para avaliar ou reconhecer os ministérios de fundamentos: apóstolos e profetas. Satanás tem enganado a Igreja de Cristo, fazendo-a duvidar da existência e da operação atual destes dois ministérios, com o propósito de impedir a obra fundamental dos mesmos, declarada em Efésios 2:20-22, para levar ao êxito o processo de edificação de uma igreja amadurecida.
Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular.Nele todo edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor.E Nele também vos justamente sois edificado para morada de Deus no Espírito.
Graças sejam dadas a Deus Onipotente, Onisciente e Onipresente, pois por Sua misericórdia enviou o Espírito Santo para corrigir este grave engano da Igreja e propiciar restauração e Iluminação ao Corpo de Cristo nestes ministérios da santa Palavra de Deus. Deus falou e continua falando através daqueles que Ele levantou para direcionar, profundidade e compreensão de Sua Palavra; são chamados para exortar a Igreja para um movimento constante e para frente em busca da liberdade, da maturidade e da unidade.
Hoje é o tempo mais propício na história da humanidade para que se ouçam os porta-vozes de Deus: apóstolos e profetas. Para entender o processo de restauração no povo de Deus, temos que buscar o que deve ser restaurado do modelo original. Este modelo do princípio foi conhecido como a Igreja Primitiva e os planos de sua construção e funcionamento são encontrados no Livro de Atos. Devemos buscar ali com confiança e abertura de coração.
Deus fez nascer a Igreja. Mas o Dia de Pentecostes foi o momento de sua iluminação plena. A Igreja comprada na Cruz nasceu para um mundo como organismo cheio do poder do Espírito. Desde aquele instante o Espírito Santo desceu para edificar a Casa do Senhor e estabelecer os planos e estruturas do Pai, O idealizador da Sua Obra. Foi uma Igreja com dois ministérios principais de fundamento: apóstolos e profetas. Portanto, foi uma igreja de fundamento, visão, poder, autoridade e comissão apostólica e profética. Apoiou sua estrutura em Cinco Ministérios, que interagem em sua unção particular para edificar juntos e mobilizar poderosamente o Corpo de Cristo. A Casa de Deus foi adornada com os dons ativos do Espírito Santo e manifestados, poderosamente. Nela, os milagres, os sinais, e os prodígios eram o pão de cada dia. A adoração e o louvor sob princípios proféticos davídicos moviam o povo a dar ao Senhor o melhor. Por este ato de louvor, Deus descia e se movia com eles e entre eles; O Espírito Santo tinha primazia absoluta.
Assim as Igrejas em toda a Judéia, Galiléia e Samaria tinham paz. Eram fortalecidas e, edificadas pelo Espírito Santo, se multiplicavam, andando no temor do Senhor.(At.9:31).
A Igreja Primitiva foi uma igreja evangelizadora, de milagres, poder e fé em Deus. A glória derramada pelo Pai para cobri-la era temida por pagãos e judeus. Deus demonstrou, através de Sua Noiva, literalmente, o poder de Seu Trono; os povos tremiam diante da demonstração de Sua força, na Igreja. Esse poder apostólico e profético foi repartido a outros pelos primeiros cristãos em varias gerações posteriores. A unção foi transferida, com a profecia fluindo e a imposição de mãos de presbíteros ungidos. Esta igreja marcada pelo projeto divino mudou o mundo nos dois primeiros séculos depois de Cristo. Encheu o mundo conhecido com o Evangelho e comoveu o Império Romano, o maior da terra.
Lamentavelmente nos anos subseqüentes, a Igreja sofreu a infiltração de políticos religiosos e também permitiu crescer em seu seio falsos mestres. Que desestabilizaram seus passos, e a partir do século IV(ano 300 em diante) a apostasia e o poder babilônico romano tomaram o controle do movimento cristão. Constantino, o Imperador romano, adotou o cristianismo como religião do estado, e então prostitui a Casa de Deus. O resultado em anos posteriores foi o surgimento da Igreja Católica Romana, o intento maior de Satanás de afogar o mover profético e apostólico do Espírito Santo.
O Império impôs pastores e uma estrutura babilônica que pouco a pouco foram anulando o padrão bíblico apostólico e a Igreja foi devastada e descascada qual arvore arruinada, segundo a profecia de Joel 1. As conseqüências vieram contra tudo o que foi estabelecido pelo Pai. Desapareceram os apóstolos e os profetas, a unção, o poder e os milagres. Pouco a pouco o paganismo tomou os altares; a vida e a manifestação do Espírito Santo foram perdidas. A escuridão envolveu a Igreja, deixando-a por séculos e mercê da devastação do diabo e suas trevas religiosas.
Apesar de tudo, Deus mantinha e guardava para si um remanescente fiel. Depois de século de obscurantismo religioso, a idolatria e sincretismo enganoso, o mundo viu uma nova luz de Restauração divina com a transformação de Martinho Lutero e suas teses bíblicas. Deus iniciou um processo restaurador, desde 1517, e não se deteve até nossos dias, acelerando-se mais no século XX. A maioria dos historiadores atribui o raiar da grande Reforma do século XVI aconteceu no dia 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero afixou Noventa e Cinco Teses (questões para debate) na porta da Catedral da cidade de Wittenberg, Alemanha. Três princípios protestantes da maior importância são os responsáveis por diferenciá-los da igreja de Roma e de sua teologia: 1. Sola gratia et fides (a salvação pela graça mediante a fé somente); 2. Sola scriptura (as Escrituras acima de todas as demais autoridades da fé e da prática cristãs); 3. E o sacerdócio de todos os crentes. Cada líder protestante interpretava esses princípios a sua própria maneira, mas todos os compartilhavam e se esforçavam para construir com eles um novo alicerce para o Cristianismo. Seu propósito comum era levar a igreja de Jesus Cristo de volta aos verdadeiros alicerces no Novo Testamento e livrá-la de todos os falsos ensinos e práticas corruptas.O Espírito Santo restaurou com a verdade da Salvação pelo Sangue de Cristo; mediante seus discípulos, o Batismo em água em 1535 e no século XVII a doutrina da Santidade, com João Wesley. No século XIX encheu a Europa com a mensagem de Cura Divina, com a qual nos introduziu no século XX, século da obra restauradora monumental. Cada uma destas verdades correspondeu, curiosamente, a diversas verdades bíblicas expressas em símbolos do Tabernáculo de Moises.
A salvação gratuita através do Sangue de Cristo correspondia a Porta do Tabernáculo e o Altar do Sacrifício, no modelo do Santuário de Moises. O Batismo em Água restaurado cumpria profeticamente a verdade da Pia para lavar as mãos e os pés do sacerdote. Também esta verdade anunciava o retorno á Palavra de Deus, oculta até aqueles dias ao homem. A doutrina da santidade e do poder do Espírito Santo ensinadas por Wesley cumpriam a verdade expressa no simbolismo de Moisés na Mesa dos Pães da Proposição. Estes pães falavam profeticamente da pureza e da santidade não só do pão ou da Palavra de Deus pregada, mas também da pureza de vida do próprio sacerdote.
É oportuno mencionar que em 1518, na Disputa de Heidelberg, Martinho Lutero delineou sobre a “teologia da”, que somente pode ser entendida ao ser comparada com o seu avesso, a “teologia da glória”. Segundo Paul Althaus expressa de modo sucinto essa distinção: “A teologia do glória conhece Deus pelas obras;a teologia da cruz conhece Deus pelos sofrimentos”. A teologia da glória, portanto, é a teologia centralizada no homem e induz a superestimação do poder e capacidade naturais do homem. A teologia da cruz revela a verdadeira condição dos seres humanos, como pecadores desamparados, alienados de Deus, na mente e no coração, necessitando desesperadamente do plano de salvação criado por Deus; a cruz de Cristo. A teologia da glória sugere que os seres humanos podem se elevar a Deus por seus próprios esforços e conduz a projetos humanos de salvação própria e de especulação teológica. A teologia da cruz proclama que os seres humanos são totalmente dependentes e incapazes de descobrir qualquer coisa a respeito de Deus sem a ajuda da auto-revelação do próprio Deus, e conduz ao discipulado marcado pelo sofrimento em nome de Deus e do próximo.
Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento e amarás o teu próximo como a
ti mesmo. Mt 22:37-39.
As verdades simbólicas restantes profetizadas no Santuário do Deserto nos dias de Moises teriam que esperar o século passado, no encerramento do segundo milênio, depois de Cristo.
Os símbolos do Candelabro de Ouro, que figuram o Poder e Luz do Espírito Santo, veriam o cumprimento com o avivamento em Gales e sobretudo em Azuza, na Califórnia, em 1906. Ali Deus iniciou um derramamento de Seu Espírito glorioso.
Em 1925 mais de 80 milhões de pessoas haviam recebido um novo Pentecostes. A partir daquele prédio, quase destruído da Rua Azuza, o Senhor moveu Seu Espírito. Isto iniciou, a partir da América do Norte, o maior movimento missionário moderno do continente, e que levou com força incrível o Evangelho á America Latina e a cada uma de suas cidades importantes. Com o Avivamento da Rua Azuza, surgiram as denominações pentecostais de vanguarda que lideraram o mover pentecostal do século XX (Assembléia de Deus fundada em 1911 por dois apóstolos: Daniel Berg e Gunnar Vingren ). Esta etapa da Restauração do Espírito Santo foi denominada “A primeira onda do Espírito Santo ou Movimento Pentecostal”. Com este avivamento, começou a acender o “Castiçal de Ouro”, no sentido profético. No Santuário de Moises este candelabro representava a luz, a direção e o poder do Espírito Santo.
As manifestações pentecostais vieram á America; gritos, saltos, profecias e milagres, tiveram lugar nas igrejas do Século XX.
O mover tradicional da Igreja Fundamentalista de outros séculos começou a ser perturbado. Começam uma viagem restauradora moderna que levantaria o Ministério do Evangelista e afirmaria o Ministério Pastoral. Na primeira metade do século passado, Deus levantou homens como Oral Roberts, Morris Cerullo, T.L.Osborn e muitos outros, para a maior tarefa evangelizadora no Terceiro Mundo. Entre os anos 30 e 70 se deram as mais comovedoras cruzadas evangelísticas do século. África e Ásia foram tocadas pelo poder de Deus, assim como parte da Europa e a America do Sul. A obra Pentecostal emergiu com o poder. A Restauração da Verdade Apostólica, começava a florescer outra vez.
Desse mover restaurador, surgiram nas décadas de 1950 e 1960, Mestres da Palavra, segundo Efésios 4:11, constituídos e ungidos por Deus. Eles trariam o “pão do Céu”, a palavra revelada pelo Espírito Santo.
Era como se fosse restaurada a plenitude da verdade profética, anunciada por Moises na Mesa dos Pães da Proposição, no Lugar Santo, junto ao Candelabro de Ouro. Era óbvio que, ao restaurar o poder pentecostal do Espírito, como conseqüência direta, restaurar-se-ia o Ministério da Palavra, ao brotarem como chuva os mestres do Senhor. Estes mestres com verdades apostólicas renovadas, nos introduziram na nova onda do Espírito Santo, a Segunda delas, denominada o Movimento Carismático (pelos dons do Espírito) ou Movimento Neo-pentecostal. Este mover renovador provocou o surgimento de milhares de congregações nativas ou nacionais, plantadas, em sua maioria, por líderes nacionais.
Estas igrejas foram grotescamente chamadas “independentes” Pelas denominações pentecostais e tradicionais. Este termo depreciativo para muito foi sinônimo de rebelião ou satanismo evangélico. Hoje, apesar do ataque do pentecostalismo para com essas igrejas e seus lideres; Estes grupos estão na vanguarda do desenvolvimento cristão de nossas nações. Com estes mestres e seu ensino ungido, a Restauração do Espírito Santo continua a passos gigantescos.É certo que um amplíssimo setor da Igreja continua resistindo ao que Deus está fazendo, mas também é certo que o povo que segue após a Visão Apostólica Renovada é muito maior que se pensa. Este povo é que fará a grande diferença neste Terceiro milênio.
È com esta nova onda que o Espírito introduz o Ministério Profético e o consolida nos anos 90. Verdades essenciais são devolvidas aos púlpitos da Igreja: Reino de Deus, Adoração, Louvor e intercessão. É a verdade profética anunciada por Moises com o Altar do Incenso no Lugar Santo. Profeticamente nos anos 80 foi nos restaurado este detalhe.
No inicio da década final do século XX, nos anos 90, Deus dá um giro em Sua Igreja, levando-a aos pés do Espírito Santo. Inicia-se o mover do Espírito Santo ou Terceira Onda Divina.
A Igreja agora deseja a Ele, quer Sua Unção e Presença. Nesta etapa, Deus consolida o fato de que ainda há profetas em Sua Casa e inicia um processo de Restauração do Ministério do Apóstolo.
A Restauração dos Ministérios do Profeta e do Apóstolo nas nações, leva a Igreja para dentro do Lugar Santíssimo, em busca do Projeto Divino e de Sua presença. Seria a restauração no modelo do Tabernáculo de Moises, ao que corresponderia o descerrar do véu de separação entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo e entrar onde Deus está, tipificando e simbolizando, profeticamente, na Arca da Aliança do Senhor.
Quando Deus quer restituir algo que prometeu e está se perdendo, traz Restauração e Reforma ao Seu Povo. O Antigo Testamento trata de uma Nação e nos apresenta três tempos impressionantes para Israel, que acontecer5am nos tempos de Ageu, Esdras, Neemias, e Zacarias. Deus enviou Seus profetas para propiciar mudanças substanciais no sacerdócio de Israel e no comportamento de Seu povo.
Igualmente no Novo Testamento que trata de um homem; O Senhor trouxe Sua Reforma através de Jesus e da Igreja.
Em anos posteriores, Martinho Lutero foi usado pelo Espírito De Deus para iniciar uma nova etapa de mudanças substanciais no mundo cristão religioso. Essa nova etapa foi conhecida como a Reforma Luterana. Embora tenham ocorrido grandes mudanças, que continuaram nos séculos seguintes, o despertar de Lutero iniciou o processo de Restauração Apostólica, que está acontecendo agora.
O movimento reformista Luterano deu-nos, certamente, um grande impulso e produziu nos anos posteriores organizações que conduziram o movimento missionário mais importante dos últimos séculos (igreja Luterana, Batista, Presbiteriana, Santidade Pentecostal e etc.). A Reforma, trazida por Deus, através de Martinho Lutero, é conhecida como a Reforma Protestante.
A Primeira Reforma, depois dos dias da Igreja Primitiva, é definida pelos historiadores religiosos como a que aconteceu no Século XVI com Martinho Lutero.
A Segunda Reforma está começando a ocorrer em nossos dias Deus a está dirigindo e afetará a Igreja do Terceiro Milênio Reforma Protestante de Lutero foi uma reforma muito ligada á renovação da doutrina da fé fundamental; foi uma reforma da Fe. A atual Reforma do Espírito é mais uma reforma prática, concernente ao governo e administração eclesiástica e ministerial. É uma Reforma Apostólica. Cingi-se a trazer mudanças substanciais na forma de governar, dirigir e administrar a igreja e seus ministérios, na verdadeira unção do Espírito Santo. Já estamos começando a ver a mudança mais radical e apostólica no cristianismo mundial desde os tempos de Martinho Lutero. Diante de tantas controvérsias, a Igreja clama por uma mudança radical, porque precisa voltar seu coração para Deus, precisa de Liderança Espiritual, precisa do Espírito e Seus Dons, destruir a Religiosidade, precisa do milagre da habitação de Deus nela.
É oportuno destacar que uma Reforma apostólica na igreja depende do Espírito Santo, porque a igreja se afastou do modelo bíblico, é uma transformação do Espírito Santo para formar o coração da Igreja e levá-la ao modelo teocrático.
Vejamos a fotografia da Igreja, Hoje:1. Religiosidade na Igreja; 2. A Liderança está cega; 3.A Babilônia e seus projetos invadiram a Igreja; 4. Predomínio do mundanismo e mornidão na Igreja; 5. Falta a pregação da Santa Palavra de Deus; 6. Não há revelação do Espírito Santo; 7. Satanás se infiltrou na igreja; 8. O espírito da rainha do céu e o espírito de Jezabel dominam e influencia a igreja; 9.O humanismo secular está dentro da Igreja; Uma Igreja fundamentada nos três Ministérios, apenas: Mestre, Pastor e Evangelista, esquecendo-se dos seus fundamentos: Apostólico e Profético. Você pode está questionando e o operar de Deus? Ele opera porque Ele é fiel aos princípios que Ele mesmo estabeleceu, mas a Igreja não opera na plenitude desejada por Deus.Podemos mencionar os aspectos que nos traz uma Reforma Apostólica: Luz nas Escrituras, a Teocracia e o Reino de Deus; a operação do Espírito Santo e Seus Dons.
O Retorno ao Lugar Santo e a Presença de Deus; o estudo da Palavra de Deus; restauração das verdades perdidas; confrontação da Babilônia e dos poderes malignos; fogo, gozo e poder do Espírito Santo; levantamento de apóstolos e profetas. Também mencionamos as bases para uma Reforma Apostólica: o estabelecimento, outra vez, de uma estrutura e Projeto Apostólicos; o estabelecimento da Unidade Ministerial Apostólica; o estabelecimento de Redes Apostólicas; Palavra de Revelação; O Espírito Santo e uma forte comunhão com o Pai; paixão pela Presença de Deus; Sede do Vinho Novo do Espírito; criação de odres Novos para Vinho Novo; ensino sobre a teologia do Reino de Deus.

Quem se opõe a Reforma Apostólica?
Certamente o primeiro opositor a toda a REFORMA apostólica é o diabo. Seu reino viria abaixo se esta ocorresse hoje. Mas são na verdade, as estruturas babilônicas que farão todo o possível para detê-la. Os espíritos ali reinantes farão todo o possível para impedi-la. Ainda, tristemente temos que mencionar: estruturas evangélicas religiosas e anacrônicas (não funcionais) farão o que puderem para frear esta Reforma de Deus. A Reforma Apostólica é a resposta de Deus ao clamor de intercessores e profetas. Isto incomoda muitas estruturas pastorais e denominacionais.

Por que não mudam?

Pastores, alianças pastorais e denominações não mudam e, ainda mais, se opõem por que: Crêem que seus métodos são corretos; Têm um alto nível de incredulidade nessas mudanças; Sofreram experiências negativas no passado; carecem de revelação nesse campo; são muito religiosos e legalistas; são passivos e temerosos vêem Deus operar, mas não querem correr mais, nem pagar um alto preço); Não estão dispostos a arriscar mais, sentem-se muito cômodos como estão;Têm orgulho para reconhecer que não sabem e necessitam de ajuda.Precisam humilhar-se.

1. Ministério Apostólico


É tempo de restauração de vidas e também de valores e ensinamentos da Santa Palavra de Deus, que estão sendo encobertos pelas nuvens de incredulidade, do desinteresse, da indisciplina, da incoerência e da apostasia que campeia as nossas igrejas, especialmente a Igreja evangélica brasileira. Tudo está acontecendo em conjuntura com a restauração do ministério fundamental do apostolo. O ministério apostólico é o primeiro em grau, ordem e autoridade e é o ultimo a ser restaurado. A ordem completa de dons ministeriais, incluindo o apóstolo, continuará funcionando na igreja até que os santos sejam perfeitos e cheguem á medida da estatura completa de Cristo, desta forma podemos afirmar teologicamente que o ministério apostólico é crucial.

O Senhor Jesus está voltando para buscar a sua Igreja madura sem ruga, sem mácula, nem coisa semelhante; mas santa e irrepreensível (Ef 5.27). A única provisão para o aperfeiçoamento dos santos são os cinco ministérios.

A Igreja é edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, com o Senhor Jesus Cristo, Ele mesmo, a pedra angular. Se o ministério apostólico tem sido abandonado ou renegado, então alguma coisa está faltando no fundamento da Igreja, pois tal ministério é imprescindível para o mover de Deus.
Por tanto tempo, a igreja tem operado como o pobre paralitico que mal consegue se mover e luta para fazer as coisas mais elementares. Da mesma forma, a igreja, não tem tido nem de longe o impacto que deveria ter. Ela não tem sacudido as nações como Deus planejou que assim o fizesse.
Algumas pessoas afirmam, por falta de ou excesso de conhecimento das Sagradas Escrituras, que o ministério apostólico cessou com a morte do último apóstolo. Para reflexão: 1.Quando foi que o último apóstolo morreu? 2. Quem foi o ultimo apóstolo? 3. Havia apenas doze? 4. E Judas Iscariotes? 5. Quer dizer então que só existia onze? 6. Podemos considerar Matias? (at. 1:15-26) 7. Quem o nomeou? 8. Foi Deus ou foram os homens? 9. Ele foi o décimo segundo ou décimo terceiro? 10. E Saulo de Tarso que depois se tornou Paulo, o Apóstolo? Na realidade existem mais de 26 apóstolos citados no Novo Testamento. Dizer que o ministério apostólico cessou não tem base bíblica. Existiam apóstolos naquela época e hoje em dia ainda existem apóstolos e continuará existindo até a segunda volta do Senhor Jesus.
É oportuno lembrarmos que nem todos os apóstolos se encontram no mesmo nível espiritual, e que não existem apóstolos sobre cidades ou indivíduos. Os apóstolos são enviados a lugares específicos ou a grupos de pessoas, não para estarem sobre eles, mas sim para servi-los. Paulo foi o apostolo enviado aos gentios, Pedro foi o apostolo enviado aos judeus, não sobre eles (Gl 2:7-8).
Um conceito errôneo é que os apóstolos são promovidos das outras funções ministeriais. Este é um conceito falso que tem causado muita confusão e engano. Alguns crêem, por exemplo, que um pastor bem sucedido será promovido ao ministério apostólico. Um apóstolo é chamado desde o ventre de sua mãe. O apóstolo nasce apóstolo. O apóstolo pode servir em outras funções ministeriais e passar por diversas fases do desenvolvimento no processo de reconhecimento. Entretanto, na mente de Deus, e em Seu chamado, esta pessoa foi chamada para ser um apóstolo antes de nascer (Gl 1.15). Temos que evitar o estabelecimento de uma hierarquia ministerial que promove a ambição e as nomeações políticas.
O Apostolado é um dos dons de Ascenção. O exercício de seu ministério é importante na Igreja para executar a Palavra de Deus e remover o governo das trevas.
Deus está estabelecendo Seu governo e Sua Ordem Apostólica. Para isso os Apóstolos são imprescindíveis. Sua unção é muito particular e necessária. O ministério apostólico flui através de uma individuo, cuja característica essencial é que pode servir em qualquer um dos demais ministérios. Sua importância se evidenciou ao estabelecer e fundamentar a Igreja Primitiva nos dias do Novo Testamento; sua importância também se manifestará nos últimos dias, pois eles voltarão a estabelecer a Noiva amadurecida diante do iminente retorno de Seu Noivo.

Os apóstolos proverão o ancionato á Igreja de Cristo, pois são anciãos estruturais tanto quanto espirituais na Obra do Senhor. Eles têm ampla compreensão da importância atual de trabalhar juntos pela unidade e maturidade do Corpo de Cristo. Seus ministérios transcendem ás Igrejas locais, e por sua vez as fortalecem juntamente com a unificação de seus ministros, permitindo o fluir da força e da visão da Igreja de Cristo.
Os apóstolos são importantes, pois confirmam e estabelecem outros ministérios, assim como conduzem i povo á Vitória na batalha. São os “generais” do exercito de Deus.
O Novo Testamento apresenta algumas igrejas-cidade que serviram no passado para levar um evangelho de poder apostólico a muitos povos e muitas pessoas. Entre elas a Igreja de Jerusalém, a de Antioquia, a de Efésios, a de Esmlrna, de Pergamo, de Tiatira, de Laodiceia e de outras mais. Tem sido este o método de Deus; desta maneira se estabelecem duas formas operacionais básicas e fundamentais para o ministério apostólico, conforme se observa nas narrações neo-testamentárias.
A primeira operação do apostolado encontramos muito bem definida nos primeiros discípulos do Senhor. Recordemos que Jesus Cristo é o primeiro Apostolo e fundador da igreja. Ele dá duas visões ou comissões aos apóstolos. A primeira tem a ver com governo, administração e cuidado da Obra.
A segunda operação do apostolado tem a ver com o campo evangelístico-missionário. Notamos também no Livro de Atos, capitulo 13, como o Espírito Santo selecionou a Barnabé e a Saulo para uma obra apostólica diferente daquela exercida por Tiago. Eles foram comissionados a implantarem igrejas, fundamentando-as e organizando-as sem permanecer muito tempo nas mesmas, embora colocassem sobre elas a cobertura apostólica. Essa forma de agir de muitos apóstolos foi o que derivou, anos depois, o conceito missionário, o qual é procedente e bíblico.
No Livro de Atos, capitulo 15, encontramos um Concilio Apostólico em Jerusalém, presidido por Tiago, um apóstolo não mencionado como tendo realizado grandes viagens missionárias, mas sim por estar ungido para presidir e exercer autoridade em doutrina, cobertura espiritual e direção para outros ministros e Igrejas;
Os apóstolos são enviados para servir, não para dominar a fé das pessoas.
Os apóstolos possuem grande autoridade, mas eles não a usam como se fosse um distintivo.
Algumas funções do Ministério Apostólico:
1. Os apóstolos são pioneiros de cada novo mover de Deus (At. 8:5)
2. Os apóstolos representam a Jesus como embaixadores de Cristo (II Co 5:20)
3. Os apóstolos estabelecem doutrinas (At. 2:42)
4. Os apóstolos são valiosos para a verdade e irão defender a pureza da doutrina até a morte (I Co 4:14-15)
5. Os apóstolos trazem revelação a Igreja (Ef 3:5)
6. Os apóstolos colocam o fundamento para a Igreja (I Co 3:10)
7. Os apóstolos plantam igrejas (I Co 3.6)
8. Os apóstolos cuidam das igrejas locais (II Co 11:26)
9. Os apóstolos cuidam das igrejas com as quais possuem relacionamentos e as administram como um pai faz com sua família (II Co 11:28);
10. Os apóstolos ordenam ministros ao Corpo de Cristo e os liberam para realizarem a obra do ministério (At. 14: 23)
11. Os apóstolos possuem o ministério de transferência (Rm. 1:11)
12. Os apóstolos derrubam fortalezas (II Co 10:5)
13. Os apóstolos intercedem a favor dos santos (Ef. 3: 14)
14. Os apóstolos demonstram o poder de Deus (I Co 2:4)
15. Os apóstolos impactam as cidades ( At. 13.44)
16. Os apóstolos trazem reforma (Hb 9.10)
17. Os apóstolos defendem a fé (Fp 1.17)

Queremos ressaltar que o apostolado é um chamado e uma eleição de Deus que não depende da vontade do homem. Não será necessário convencer a ninguém ou tentar provar algo, pois os sinais, o caráter, a graça e unção falarão por si mesmos.
Pois, afinal de contas, nossa maior ambição é nos apresentarmos perante Deus naquele dia glorioso e ouvi-lo dizer: “Bem está, servo bom e fiel”.
Que haja um despertar para a verdadeira Reforma Apostólica, com muita oração e jejum e que você faça uma reflexão sobre o salmo 133.
2. O Ministério do Profeta
Os profetas trazem ao povo direção e estratégias divinas e deveria abundar em um tempo como o atual, onde Deus está entregando á Sua Igreja sabedoria e revelação de Si próprio e de Seus propósitos na Terra. Serão intensamente perseguidos, muitas vezes desprezados e em outros casos terão muita oposição á sua mensagem; mas trarão palavras de libertação que conduzirão á vidas de adoração mais transbordantes em espírito e verdade. Como profetas, os apóstolos serão rejeitados, muitas vezes perseguidos e até não aceitos ( I Co.9). O Profético e os Profetas são importantes para o fluir do Espírito. O profético de Deus nos ajuda saber o que devemos fazer para nos mantermos nesse fluir de Deus. Os profetas são importantes para que junto com os Apóstolos tragam a cobertura e fundamentos necessários á Igreja.
3. O Ministério do Evangelista
O Evangelista é um homem chamado por Deus, com a comissão e a habilidade especifica para pregar as Boas Novas de Salvação. Sua mensagem não é o julgamento nem a ira divina e sim o perdão, a graça e a misericórdia do Senhor. Sua mensagem deve ser Cristocêntrica e apresentar as verdades redentoras da obra de Jesus.

4. O Ministério do Pastor

O Pastor é um indivíduo com o chamado direto do coração de Deus para ajudar a pastorear Seu rebanho. O pastor sempre será um pastor entre muitos pastores, sabendo que Cristo é O Príncipe dos pastores e o verdadeiro Pastor do rebanho. Sua função é apascentar as ovelhas, alimentá-las com a Santa Palavra de Deus, cuidá-las e protegê-las. É, em conclusão, um ministério que se move sob a unção do amor e da misericórdia.
5. O Ministério do Mestre
È um ministério dotado pelo Espírito Santo para levar a Igreja ás “águas profundas” na Palavra e revelar, pela graça de Deus, os mistérios contidos na Escritura Sagrada. É um ministério cuja unção produz fome pela Sã Doutrina.
Considerações especiais: aproximadamente um quinto do livro de Atos dos Apóstolos, escrito pelo Dr. Lucas, inspirado pelo Espírito Santo, trata de discursos feitos sobretudo por Pedro, Estevão e Paulo. Todos apresentam em comum uma estrutura básica de proclamação do Evangelho, que pode ser resumida da seguinte forma: 1.As promessas feitas por Deus no Antigo Testamento foram realizadas; 2. O messias veio na pessoa de Jesus de Nazaré; 3.Todos aqueles que ouvem essa pregação devem arrepender-se e ser batizados em nome do Senhor Jesus.
Atos dos Apóstolos retrata o perfil de vários cristãos admiráveis da Igreja Primitiva, entre os quais: Barnabé, Estevam, Filipe, Cornélio e Paulo que, por sinal, foi um perseguidor implacável do Evangelho se converteu e por seu intermédio o Evangelho chegou a capital do mundo – Roma.
O livro Atos dos Apóstolos é um dos primeiros exemplos que temos do Evangelho proclamado pela Igreja Primitiva. Representa “o fundamento dos apóstolos e profetas. Sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef 2.20) sobre a qual a Igreja foi definida. Nesse sentido, o livro de Atos ainda não acabou de ser escrito, pois cada geração é capacitada pelo Espírito Santo a acrescentar-lhe novos capítulos, pela proclamação das “grandezas de Deus” (Atos 2:11).
Uma velha capa, uns livros sacros e alguns manuscritos – eis aí toda a fortuna de Paulo que, por espaço de trinta anos, trabalhou pelo bem da humanidade e enriqueceu milhares e milhões de almas! . . . Para morrer em tamanha pobreza é necessário ter vivido com a alma repleta duma riqueza imensa.
Enquanto algum “apóstolo” pensa em levantar palacetes, acumular dinheiro, fazer política profana e enriquecer parentes – o seu “apostolado” é uma comédia... Só no dia em que ele puder dizer em verdade: “Cristo é minha vida – e o mundo me vale tanto como um punhado de lixo”; será o seu apostolado uma realidade
E que Deus te abençoe, em nome do Senhor Jesus Cristo.
Apóstolo Lúcio Almeida

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

OLÉO DA SANTA UNÇÃO





AS BASES BÍBLICAS DA UNÇÃO

APOSTOLO LUCIO ALMEIDA

INTRODUÇÃO
A unção na Bíblia pode ser vista de modo abrangente, tanto no sentido espiritual como no sentido prático da unção com óleo. Esta é prática bíblica de muita importância pelo seu sentido simbólico e espiritual. Tanto no AT como no NT encontramos respaldo para sua utilização, ainda que de modo diferenciado. Hoje, quando tantas inovações estão ocorrendo no meio evangélico, precisamos saber um pouco mais sobre esse procedimento recomendado pela Palavra de Deus.
I - CONCEITOS DE UNÇÃO
1. ETIMOLOGICAMENTE.Unção significa "Ato ou efeito de ungir". Ungir quer dizer: "Untar com óleo ou com ungüento"; "Aplicar óleos consagrados" (Dic.).
2. BÍBLICAMENTE
Unção vem do substantivo grego, chrisma; daí, vem o verbo chrío, ungir; e o adjetivo christós, que significa "ungido". No hebraico, o termo ungido é Messias, aplicado a Cristo. A unção, na Bíblia, pode ser entendida de modo espiritual e literal, com a aplicação do azeite ou óleo sobre alguém ou sobre algum objeto.
2.1.UNÇÃO ESPIRITUAL.
É a capacitação dada por Deus a alguma pessoa, credenciando-a para cumprir uma missão específica, especial, dentro de propósitos divinos.
1) JESUS FOI UNGIDO.
Jesus foi ungido pelo Espírito Santo, "para evangelizar os pobres", "curar os quebrantados do coração, apregoar liberdade aos cativos...a por em liberdade os oprimidos" (Lc 4.18). Ele foi ungido "com óleo de alegria" (Hb 1.9). (Ver Is 61.1; At 10.38; 1 Cr 16.22).
2) OS APÓSTOLOS FORAM UNGIDOS.
Pedro era ungido de tal modo que as pessoas colocavam os doentes sob sua sombra para que fossem curados (At 5.15,16). De Paulo, levavam-se "lenços e aventais" e "as enfermidades fugiam deles" (At 19.11,12).
3) OS CRENTES FIÉIS SÃO UNGIDOS.
"Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu é Deus, o qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações" (2 Co 1.21, 22).
2.2. UNÇÃO COM ÓLEO:
É o ato de derramar óleo sobre alguém ou sobre algum objeto, com o sentido de torná-lo consagrado a Deus, ou de buscar a cura divina sobre o enfermo.
II - A UNÇÃO COM ÓLEO NO ANTIGO TESTAMENTO.
1. O ÓLEO DA UNÇÃO.
1.1. SUA COMPOSIÇÃO. Era composto de "principais especiarias": mirra, canela aromática, cálamo aromático, cássia e azeite de oliveiras. (Ver Ex 30.22-25). Era o "azeite da santa unção".
1.2. SUA FINALIDADE.
1) A UNÇÃO DOS OBJETOS SAGRADOS.
(Ex 30.26-29; 40.9-11). O ato de ungir os objetos com o "azeite da santa unção" dava-lhe um caráter sagrado. Não podiam se utilizados para outras finalidades. Belsazar foi castigado por ter feito uso dos vasos sagrados do templo do Senhor (Ver Dn 5.2-5; 23). Hoje, os lugares de culto nem sempre são respeitados.
2) A UNÇÃO DOS SACERDOTES.
(Ex 30.30; 29.7; Lv 8.12). Os sacerdotes, após ungidos, eram considerados santos, devendo dedicar-se ao serviço do Senhor. Hoje, no Cristianismo, todos somos sacerdotes reais (1 Pe 2.9), pela unção espiritual.
3) A UNÇÃO DOS REIS.
O azeite era derramado sobre eles, na consagração para o cargo, como servo de Deus. Saul ( 1 Sm 10.1); Davi (1 Sm 16.13; 2 Sm 2.4; 11.7). Jeú (2 Rs 9.1,3). Salomão (1 Rs 1.39); 2 Rs 11.12; 2 Cr 23.11.
4) A UNÇÃO DOS PROFETAS.
Elias ungiu Eliseu (1 Rs 19.16). 1.3. SUA EXCLUSIVIDADE. Era santo, com utilização definida (Ex 30.31-33). Muitos que são ungidos para o ministério têm saído do seu lugar, misturando-se com o mundo, a política iníqua e outras coisas que não agradam a Deus.
III - A UNÇÃO NO NOVO TESTAMENTO
1. A UNÇÃO NO SENTIDO ESPIRITUAL.
No NT, a palavra unção (do gr. chrisma) só ocorre três vezes (Ver 1 Jo 2.20,27). O verbo ungir (chrío) aparece cinco vezes (Lc 4.18; At. 4.27; 20.38; 2 Co 1.21; Hb 1.9). Já o adjetivo christós (Cristo) ocorre mais de 500 vezes, em diversas referências, como em Mt 1.1 e Ap 22.21.
2. A UNÇÃO COM ÓLEO.
Literalmente, ocorrem duas passagem relativas à unção com óleo: Em Mc 6.13 e Tg 5.14. 1. A
UNÇÃO DOS ENFERMOS.
1.1. OS DISCÍPULOS UNGIAM (Mc 6.13). É a única referência nos evangelhos sobre esse trabalho dos discípulos. Certamente, era algo muito comum, embora as curas feitas por Jesus não utilizavam o óleo como elemento auxiliar.
1.2. A UNÇÃO PELOS PRESBÍTEROS. (Tg 5.14). Tiago ensina como agir, quando um crente está doente, orientando que os presbíteros sejam chamados para orarem por ele, ungindo com óleo, em nome de Jesus.
2. NO PREPARO PARA A SEPULTURA (Mc 14.8; Lc 23.56). Era um costume oriental. Ao que parece para retardar a decomposição do corpo.
3. A UNÇÃO DE HÓSPEDES. Uma mulher ungiu os pés de Jesus (Lc 7.38) e Ele chamou a atenção do anfitrião por não tê-lo ungido a cabeça (Lc 7.46).
IV - A UNÇÃO COM ÓLEO, HOJE. 1. QUEM PODE UNGIR.
1.1. OS MINISTROS DO EVANGELHO.
Pastores e evangelistas podem ungir, pois sua missão é abrangente. (Ver 1 Pe 5.1,2a). 1.2OS PRESBÍTEROS DA IGREJA (Tg 5.14). São os membros do ministério mais indicados para realizar a unção com óleo, pois são citados explicitamente como credenciados para tal finalidade. Mas não é exclusividade deles. 1.3. OS OBREIROS EM GERAL. Na ausência dos ministros e presbíteros, em situações especiais, é admissível que diáconos, auxiliares, e obreiros em geral unjam os enfermos. Os discípulos não eram formalmente ordenados, mas ungiam (cf. Mc 6.13).1.4. É ELEMENTO ÚTIL À ORAÇÃO DA FÉ (Tg 5.14). Não é o azeite que cura, mas a fé no Nome de Jesus, da parte dos que oram e da parte do enfermo. A Igreja Católica tem o sacramento da "extrema unção" aos moribundos, com o sentido de conferir-lhes graça na hora da morte. Isso não tem respaldo bíblico.2.QUE PARTES DO CORPO PODEM SER UNGIDAS. Normalmente, deve-se ungir a cabeça do doente. No AT, sempre a unção era sobre a cabeça. Ver Sl 23.5; 133.2. A mulher ungiu os pés de Jesus, mas não em caso de enfermidade. Atualmente, há certas práticas, utilizadas por alguns, de ungir inclusive partes íntimas das pessoas enfermas. Isso é exagero, e não tem base na Palavra de Deus.
CONCLUSÃO.
A unção espiritual deve fazer parte da vida dos crentes e em especial da vida dos obreiros. A oração pelos enfermos deve ser prática comum em todas as igrejas cristãs, se possível, em todas os cultos. Sempre há pessoas necessitadas de receber a oração da fé, com o recurso da unção com óleo. Esta deve ser feita não apenas como mero ritual, mas como um gesto de fé no poder do Nome de Jesus.

sábado, 29 de novembro de 2008

O MINISTERIO APOSTOLICO








Apostolo Lucio Almeida



Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres. Tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para desempenho do ministério, para Edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos a Unidade da Fé e do Pleno Conhecimento do Filho de Deus, á perfeita varonilidade, á medida da Estatura da Plenitude de Cristo, para que não sejamos mais meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia induzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em Amor, cresçamos em tudo Naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo corpo bem ajustado, é ligado pelo auxilio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o seu próprio aumento para edificação de si mesmo em Amor.


Efésios 4:10-16





A Igreja Original

O Cristianismo dos últimos tempos aceitou o ministério dos evangelistas, pastores e mestres, foi relutante e negativo para avaliar ou reconhecer os ministérios de fundamentos: apóstolos e profetas. Satanás tem enganado a Igreja de Cristo, fazendo-a duvidar da existência e da operação atual destes dois ministérios, com o propósito de impedir a obra fundamental dos mesmos, declarada em Efésios 2:20-22, para levar ao êxito o processo de edificação de uma igreja amadurecida.

Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular.Nele todo edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor.E Nele também vos justamente sois edificado para morada de Deus no Espírito.

Graças sejam dadas a Deus Onipotente, Onisciente e Onipresente, pois por Sua misericórdia enviou o Espírito Santo para corrigir este grave engano da Igreja e propiciar restauração e Iluminação ao Corpo de Cristo nestes ministérios da santa Palavra de Deus. Deus falou e continua falando através daqueles que Ele levantou para direcionar, profundidade e compreensão de Sua Palavra; são chamados para exortar a Igreja para um movimento constante e para frente em busca da liberdade, da maturidade e da unidade.

Hoje é o tempo mais propício na história da humanidade para que se ouçam os porta-vozes de Deus: apóstolos e profetas. Para entender o processo de restauração no povo de Deus, temos que buscar o que deve ser restaurado do modelo original. Este modelo do princípio foi conhecido como a Igreja Primitiva e os planos de sua construção e funcionamento são encontrados no Livro de Atos. Devemos buscar ali com confiança e abertura de coração.

Deus fez nascer a Igreja. Mas o Dia de Pentecostes foi o momento de sua iluminação plena. A Igreja comprada na Cruz nasceu para um mundo como organismo cheio do poder do Espírito. Desde aquele instante o Espírito Santo desceu para edificar a Casa do Senhor e estabelecer os planos e estruturas do Pai, O idealizador da Sua Obra. Foi uma Igreja com dois ministérios principais de fundamento: apóstolos e profetas. Portanto, foi uma igreja de fundamento, visão, poder, autoridade e comissão apostólica e profética. Apoiou sua estrutura em Cinco Ministérios, que interagem em sua unção particular para edificar juntos e mobilizar poderosamente o Corpo de Cristo. A Casa de Deus foi adornada com os dons ativos do Espírito Santo e manifestados, poderosamente. Nela, os milagres, os sinais, e os prodígios eram o pão de cada dia. A adoração e o louvor sob princípios proféticos davídicos moviam o povo a dar ao Senhor o melhor. Por este ato de louvor, Deus descia e se movia com eles e entre eles; O Espírito Santo tinha primazia absoluta.

Assim as Igrejas em toda a Judéia, Galiléia e Samaria tinham paz. Eram fortalecidas e, edificadas pelo Espírito Santo, se multiplicavam, andando no temor do Senhor.(At.9:31).

A Igreja Primitiva foi uma igreja evangelizadora, de milagres, poder e fé em Deus. A glória derramada pelo Pai para cobri-la era temida por pagãos e judeus. Deus demonstrou, através de Sua Noiva, literalmente, o poder de Seu Trono; os povos tremiam diante da demonstração de Sua força, na Igreja. Esse poder apostólico e profético foi repartido a outros pelos primeiros cristãos em varias gerações posteriores. A unção foi transferida, com a profecia fluindo e a imposição de mãos de presbíteros ungidos. Esta igreja marcada pelo projeto divino mudou o mundo nos dois primeiros séculos depois de Cristo. Encheu o mundo conhecido com o Evangelho e comoveu o Império Romano, o maior da terra.

Lamentavelmente nos anos subseqüentes, a Igreja sofreu a infiltração de políticos religiosos e também permitiu crescer em seu seio falsos mestres. Que desestabilizaram seus passos, e a partir do século IV(ano 300 em diante) a apostasia e o poder babilônico romano tomaram o controle do movimento cristão. Constantino, o Imperador romano, adotou o cristianismo como religião do estado, e então prostitui a Casa de Deus. O resultado em anos posteriores foi o surgimento da Igreja Católica Romana, o intento maior de Satanás de afogar o mover profético e apostólico do Espírito Santo. O Império impôs pastores e uma estrutura babilônica que pouco a pouco foram anulando o padrão bíblico apostólico e a Igreja foi devastada e descascada qual arvore arruinada, segundo a profecia de Joel 1. As conseqüências vieram contra tudo o que foi estabelecido pelo Pai. Desapareceram os apóstolos e os profetas, a unção, o poder e os milagres. Pouco a pouco o paganismo tomou os altares; a vida e a manifestação do Espírito Santo foram perdidas. A escuridão envolveu a Igreja, deixando-a por séculos e mercê da devastação do diabo e suas trevas religiosas.

Apesar de tudo, Deus mantinha e guardava para si um remanescente fiel. Depois de século de obscurantismo religioso, a idolatria e sincretismo enganoso, o mundo viu uma nova luz de Restauração divina com a transformação de Martinho Lutero e suas teses bíblicas. Deus iniciou um processo restaurador, desde 1517, e não se deteve até nossos dias, acelerando-se mais no século XX. O Espírito Santo restaurou com a verdade da Salvação pelo Sangue de Cristo; mediante seus discípulos, o Batismo em água em 1535 e no século XVII a doutrina da Santidade, com João Wesley. No século XIX encheu a Europa com a mensagem de Cura Divina, com a qual nos introduziu no século XX, século da obra restauradora monumental. Cada uma destas verdades correspondeu, curiosamente, a diversas verdades bíblicas expressas em símbolos do Tabernáculo de Moises. A salvação gratuita através do Sangue de Cristo correspondia a Porta do Tabernáculo e o Altar do Sacrifício, no modelo do Santuário de Moises. O Batismo em Água restaurado cumpria profeticamente a verdade da Pia para lavar as mãos e os pés do sacerdote. Também esta verdade anunciava o retorno á Palavra de Deus, oculta até aqueles dias ao homem. A doutrina da santidade e do poder do Espírito Santo ensinadas por Wesley cumpriam a verdade expressa no simbolismo de Moisés na Mesa dos Pães da Proposição. Estes pães falavam profeticamente da pureza e da santidade não só do pão ou da Palavra de Deus pregada, mas também da pureza de vida do próprio sacerdote.

As verdades simbólicas restantes profetizadas no Santuário do Deserto nos dias de Moises teriam que esperar o século passado, no encerramento do segundo milênio, depois de Cristo.

Os símbolos do Candelabro de Ouro, que figuram o Poder e Luz do Espírito Santo, veriam o cumprimento com o avivamento em Gales e sobretudo em Azuza, na Califórnia, em 1906. Ali Deus iniciou um derramamento de Seu Espírito glorioso.

Em 1925 mais de 80 milhões de pessoas haviam recebido um novo Pentecostes. A partir daquele prédio, quase destruído da Rua Azuza, o Senhor moveu Seu Espírito. Isto iniciou, a partir da América do Norte, o maior movimento missionário moderno do continente, e que levou com força incrível o Evangelho á America Latina e a cada uma de suas cidades importantes. Com o Avivamento da Rua Azuza, surgiram as denominações pentecostais de vanguarda que lideraram o mover pentecostal do século XX (Assembléia de Deus fundada em 1911 por dois apóstolos: Daniel Berg e Gunnar Vingren ). Esta etapa da Restauração do Espírito Santo foi denominada “A primeira onda do Espírito Santo ou Movimento Pentecostal”. Com este avivamento, começou a acender o “Castiçal de Ouro”, no sentido profético. No Santuário de Moises este candelabro representava a luz, a direção e o poder do Espírito Santo.

As manifestações pentecostais vieram á America; gritos, saltos, profecias e milagres, tiveram lugar nas igrejas do Século XX. O mover tradicional da Igreja Fundamentalista de outros séculos começou a ser perturbado. Começam uma viagem restauradora moderna que levantaria o Ministério do Evangelista e afirmaria o Ministério Pastoral. Na primeira metade do século passado, Deus levantou homens como Oral Roberts, Morris Cerullo, T.L.Osborn e muitos outros, para a maior tarefa evangelizadora no Terceiro Mundo. Entre os anos 30 e 70 se deram as mais comovedoras cruzadas evangelísticas do século. África e Ásia foram tocadas pelo poder de Deus, assim como parte da Europa e a America do Sul. A obra Pentecostal emergiu com o poder. A Restauração da Verdade Apostólica, começava a florescer outra vez. Desse mover restaurador, surgiram nas décadas de 1950 e 1960, Mestres da Palavra, segundo Efésios 4:11, constituídos e ungidos por Deus. Eles trariam o “pão do Céu”, a palavra revelada pelo Espírito Santo.

Era como se fosse restaurada a plenitude da verdade profética, anunciada por Moises na Mesa dos Pães da Proposição, no Lugar Santo, junto ao Candelabro de Ouro. Era óbvio que, ao restaurar o poder pentecostal do Espírito, como conseqüência direta, restaurar-se-ia o Ministério da Palavra, ao brotarem como chuva os mestres do Senhor. Estes mestres com verdades apostólicas renovadas, nos introduziram na nova onda do Espírito Santo, a Segunda delas, denominada o Movimento Carismático (pelos dons do Espírito) ou Movimento Neo-pentecostal. Este mover renovador provocou o surgimento de milhares de congregações nativas ou nacionais, plantadas, em sua maioria, por lideres nacionais.

Estas igrejas foram grotescamente chamadas “independentes” Pelas denominações pentecostais e tradicionais. Este termo depreciativo para muito foi sinônimo de rebelião ou satanismo evangélico. Hoje, apesar do ataque do pentecostalismo para com essas igrejas e seus lideres; Estes grupos estão na vanguarda do desenvolvimento cristão de nossas nações. Com estes mestres e seu ensino ungido, a Restauração do Espírito Santo continua a passos gigantescos.

É certo que um amplíssimo setor da Igreja continua resistindo ao que Deus está fazendo, mas também é certo que o povo que segue após a Visão Apostólica Renovada é muito maior que se pensa. Este povo é que fará a grande diferença neste Terceiro MILÊNIO.

È com esta nova onda que o Espírito introduz o Ministério Profético e o consolida nos anos 90. Verdades essenciais são devolvidas aos púlpitos da Igreja: Reino de Deus, Adoração, Louvor e intercessão. É a verdade profética anunciada por Moises com o Altar do Incenso no Lugar Santo. Profeticamente nos anos 80 foi nos restaurado este detalhe.

No inicio da década final do século XX, nos anos 90, Deus dá um giro em Sua Igreja, levando-a aos pés do Espírito Santo. Inicia-se o mover do Espírito Santo ou Terceira Onda Divina. A Igreja agora deseja a Ele, quer Sua Unção e Presença. Nesta etapa, Deus consolida o fato de que ainda há profetas em Sua Casa e inicia um processo de Restauração do Ministério do Apóstolo.

A Restauração dos Ministérios do Profeta e do Apóstolo nas nações, leva a Igreja para dentro do Lugar Santíssimo, em busca do Projeto Divino e de Sua presença. Seria a restauração no modelo do Tabernáculo de Moises, ao que corresponderia o descerrar do véu de separação entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo e entrar onde Deus está, tipificando e simbolizando, profeticamente, na Arca da Aliança do Senhor.

Quando Deus quer restituir algo que prometeu e está se perdendo, traz Restauração e Reforma ao Seu Povo. O Antigo Testamento trata de uma Nação e nos apresenta três tempos impressionantes para Israel, que acontecer5am nos tempos de Ageu, Esdras, Neemias, e Zacarias. Deus enviou Seus profetas para propiciar mudanças substanciais no sacerdócio de Israel e no comportamento de Seu povo.

Igualmente no Novo Testamento que trata de um homem; O Senhor trouxe Sua Reforma através de Jesus e da Igreja.

Em anos posteriores, Martinho Lutero foi usado pelo Espírito De Deus para iniciar uma nova etapa de mudanças substanciais no mundo cristão religioso. Essa nova etapa foi conhecida como a Reforma Luterana. Embora tenham ocorrido grandes mudanças, que continuaram nos séculos seguintes, o despertar de Lutero iniciou o processo de Restauração Apostólica, que está acontecendo agora. O movimento reformista Luterano deu-nos, certamente, um grande impulso e produziu nos anos posteriores organizações que conduziram o movimento missionário mais importante dos últimos séculos (igreja Luterana, Batista, Presbiteriana, Santidade Pentecostal e etc.). A Reforma, trazida por Deus, através de Martinho Lutero, é conhecida como a Reforma Protestante.

A Primeira Reforma, depois dos dias da Igreja Primitiva, é definida pelos historiadores religiosos como a que aconteceu no Século XVI com Martinho Lutero.







A Segunda Reforma está começando a ocorrer em nossos dias Deus a está dirigindo e afetará a Igreja do Terceiro Milênio Reforma Protestante de Lutero foi uma reforma muito ligada á renovação da doutrina da fé fundamental; foi uma reforma da Fe. A atual Reforma do Espírito é mais uma reforma prática, concernente ao governo e administração eclesiástica e ministerial. É uma Reforma Apostólica. Cingi-se a trazer mudanças substanciais na forma de governar, dirigir e administrar a igreja e seus ministérios, na verdadeira unção do Espírito Santo. Já estamos começando a ver a mudança mais radical e apostólica no cristianismo mundial desde os tempos de Martinho Lutero.

Diante de tantas controvérsias, a Igreja clama por uma mudança radical, porque precisa voltar seu coração para Deus, precisa de Liderança Espiritual, precisa do Espírito e Seus Dons, destruir a Religiosidade, precisa do milagre da habitação de Deus nela.

É oportuno destacar que uma Reforma apostólica na igreja depende do Espírito Santo, porque a igreja se afastou do modelo bíblico, é uma transformação do Espírito Santo para formar o coração da Igreja e levá-la ao modelo teocrático.

Vejamos a fotografia da Igreja, Hoje: 1. Religiosidade na Igreja; 2. A Liderança está cega; 3. A Babilônia e seus projetos invadiram a Igreja; 4. Predomínio do mundanismo e mornidão na Igreja; 5. Falta a pregação da Santa Palavra de Deus; 6. Não há revelação do Espírito Santo; 7. Satanás se infiltrou na igreja; 8. O espírito da rainha do céu e o espírito de Jezabel dominam e influencia a igreja; 9. O humanismo secular está dentro da Igreja; Uma Igreja fundamentada nos três Ministérios, apenas: Mestre, Pastor e Evangelista, esquecendo-se do seu fundamento: Apostólico e Profético. Você pode está questionando e o operar de Deus? Ele opera porque Ele é fiel aos princípios que Ele mesmo estabeleceu, mas a Igreja não opera na plenitude desejada por Deus.

Podemos mencionar os aspectos que nos traz uma Reforma Apostólica: Luz nas Escrituras, a Teocracia e o Reino de Deus; a operação do Espírito Santo e Seus Dons; o Retorno ao Lugar Santo e a Presença de Deus; o estudo da Palavra de Deus; restauração das verdades perdidas; confrontação da Babilônia e dos poderes malignos; fogo, gozo e poder do Espírito Santo; levantamento de apóstolos e profetas. Também mencionamos as bases para uma Reforma Apostólica: o estabelecimento, outra vez, de uma estrutura e Projeto Apostólicos; o estabelecimento da Unidade Ministerial Apostólica; o estabelecimento de Redes Apostólicas; Palavra de Revelação; O Espírito Santo e uma forte comunhão com o Pai; paixão pela Presença de Deus; Sede do Vinho Novo do Espírito; criação de odres Novos para Vinho Novo; ensino sobre a teologia do Reino de Deus.

Quem se opõe a Reforma Apostólica?

Certamente o primeiro opositor a toda a REFORMA apostólica é o diabo. Seu reino viria abaixo se esta ocorresse hoje. Mas são na verdade, as estruturas babilônicas que farão todo o possível para detê-la. Os espíritos ali reinantes farão todo o possível para impedi-la. Ainda, tristemente temos que mencionar: estruturas evangélicas religiosas e anacrônicas (não funcionais) farão o que puderem para frear esta Reforma de Deus.

A Reforma Apostólica é a resposta de Deus ao clamor de intercessores e profetas. Isto incomoda muitas estruturas pastorais e denominacionais.

Por que não mudam?

Pastores, alianças pastorais e denominações não mudam e, ainda mais, se opõem por que: Crêem que seus métodos são corretos; Têm um alto nível de incredulidade nessas mudanças; Sofreram experiências negativas no passado; carecem de revelação nesse campo; são muito religiosos e legalistas; são passivos e temerosos vêem Deus operar, mas não querem correr mais, nem pagar um alto preço); Não estão dispostos a arriscar mais, sentem-se muito cômodos como estão;Têm orgulho para reconhecer que não sabem e necessitam de ajuda.Precisam humilhar-se.

1. Ministério Apostólico

È tempo de restauração de vidas e também de valores e ensinamentos da Santa Palavra de Deus, que estão sendo encobertos pelas nuvens de incredulidade, do desinteresse, da indisciplina, da incoerência e da apostasia que campeia as nossas igrejas, especialmente a Igreja evangélica brasileira. Tudo está acontecendo em conjuntura com a restauração do ministério fundamental do apostolo. O ministério apostólico é o primeiro em grau, ordem e autoridade e é o ultimo a ser restaurado. A ordem completa de dons ministeriais, incluindo o apóstolo, continuará funcionando na igreja até que os santos sejam perfeitos e cheguem á medida da estatura completa de Cristo, desta forma podemos afirmar teologicamente que o ministério apostólico é crucial.

O Senhor Jesus está voltando para buscar a sua Igreja madura sem ruga, sem mácula, nem coisa semelhante; mas santa e irrepreensível (Ef 5.27). A única provisão para o aperfeiçoamento dos santos são os cinco ministérios.

A Igreja é edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, com o Senhor Jesus Cristo, Ele mesmo, a pedra angular. Se o ministério apostólico tem sido abandonado ou renegado, então alguma coisa está faltando no fundamento da Igreja, pois tal ministério é imprescindível para o mover de Deus. Por tanto tempo, a igreja tem operado como o pobre paralitico que mal consegue se mover e luta para fazer as coisas mais elementares. Da mesma forma, a igreja, não tem tido nem de longe o impacto que deveria ter. Ela não tem sacudido as nações como Deus planejou que assim o fizesse.

Algumas pessoas afirmam, por falta de ou excesso de conhecimento das Sagradas Escrituras, que o ministério apostólico cessou com a morte do último apóstolo. Para reflexão: 1.Quando foi que o último apóstolo morreu? 2. Quem foi o ultimo apóstolo? 3. Havia apenas doze? 4. E Judas Iscariotes? 5. Quer dizer então que só existia onze? 6. Podemos considerar Matias? (at. 1:15-26) 7. Quem o nomeou? 8. Foi Deus ou foram os homens? 9. Ele foi o décimo segundo ou décimo terceiro? 10. E Saulo de Tarso que depois se tornou Paulo, o Apóstolo? Na realidade existem mais de 26 apóstolos citados no Novo Testamento. Dizer que o ministério apostólico cessou não tem base bíblica. Existiam apóstolos naquela época e hoje em dia ainda existem apóstolos e continuará existindo até a segunda volta do Senhor Jesus.

É oportuno lembrar que nem todos os apóstolos se encontram no mesmo nível espiritual, e que não existem apóstolos sobre cidades ou indivíduos. Os apóstolos são enviados a lugares específicos ou a grupos de pessoas, não para estarem sobre eles, mas sim para servi-los. Paulo foi o apostolo enviado aos gentios, Pedro foi o apostolo enviado aos judeus, não sobre eles (Gl 2:7-8).

Um conceito errôneo é que os apóstolos são promovidos das outras funções ministeriais. Este é um conceito falso que tem causado muita confusão e engano. Alguns crêem, por exemplo, que um pastor bem sucedido será promovido ao ministério apostólico. Um apóstolo é chamado desde o ventre de sua mãe. O apóstolo nasce apóstolo. O apóstolo pode servir em outras funções ministeriais e passar por diversas fases do desenvolvimento no processo de reconhecimento. Entretanto, na mente de Deus, e em Seu chamado, esta pessoa foi chamada para ser um apóstolo antes de nascer (Gl 1.15). Temos que evitar o estabelecimento de uma hierarquia ministerial que promove a ambição e as nomeações políticas.

O Apostolado é um dos dons de Ascenção. O exercício de seu ministério é importante na Igreja para executar a Palavra de Deus e remover o governo das trevas. Deus está estabelecendo Seu governo e Sua Ordem Apostólica. Para isso os Apóstolos são imprescindíveis. Sua unção é muito particular e necessária. O ministério apostólico flui através de uma individuo, cuja característica essencial é que pode servir em qualquer um dos demais ministérios. Sua importância se evidenciou ao estabelecer e fundamentar a Igreja Primitiva nos dias do Novo Testamento; sua importância também se manifestará nos últimos dias, pois eles voltarão a estabelecer a Noiva amadurecida diante do iminente retorno de Seu Noivo.

Os apóstolos proverão o ancionato á Igreja de Cristo, pois são anciãos estruturais tanto quanto espirituais na Obra do Senhor. Eles têm ampla compreensão da importância atual de trabalhar juntos pela unidade e maturidade do Corpo de Cristo. Seus ministérios transcendem ás Igrejas locais, e por sua vez as fortalecem juntamente com a unificação de seus ministros, permitindo o fluir da força e da visão da Igreja de Cristo. O ministério apostólico flui através de uma individuo, cuja característica essencial é que pode servir em qualquer um dos demais ministérios. Sua importância se evidenciou ao estabelecer e fundamentar a Igreja Primitiva nos dias do Novo Testamento; sua importância também se manifestará nos últimos dias, pois eles voltarão a estabelecer a Noiva amadurecida diante do iminente retorno de Seu Noivo.

Os apóstolos são importantes, pois confirmam e estabelecem outros ministérios, assim como conduzem i povo á Vitória na batalha. São os “generais” do exercito de Deus.

O Novo Testamento apresenta algumas igrejas-cidade que serviram no passado para levar um evangelho de poder apostólico a muitos povos e muitas pessoas. Entre elas a Igreja de Jerusalém, a de Antioquia, a de Éfeso, a de Esmirna, de Pergamo, de Tiatira, de Laodiceia e de outras mais. Tem sido este o método de Deus; desta maneira se estabelecem duas formas operacionais básicas e fundamentais para o ministério apostólico, conforme se observa nas narrações neo-testamentárias.

A primeira operação do apostolado encontramos muito bem definida nos primeiros discípulos do Senhor. Recordemos que Jesus Cristo é o primeiro Apostolo e fundador da igreja. Ele dá duas visões ou comissões aos apóstolos. A primeira tem a ver com governo, administração e cuidado da Obra.

No Livro de Atos, capitulo 15, encontramos um Concilio Apostólico em Jerusalém, presidido por Tiago, um apóstolo não mencionado como tendo realizado grandes viagens missionárias, mas sim por estar ungido para presidir e exercer autoridade em doutrina, cobertura espiritual e direção para outros ministros e Igrejas;

A segunda operação do apostolado tem a ver com o campo evangelístico-missionário. Notamos também no Livro de Atos, capitulo 13, como o Espírito Santo selecionou a Barnabé e a Saulo para uma obra apostólica diferente daquela exercida por Tiago. Eles foram comissionados a implantarem igrejas, fundamentando-as e organizando-as sem permanecer muito tempo nas mesmas, embora colocassem sobre elas a cobertura apostólica. Essa forma de agir de muitos apóstolos foi o que derivou, anos depois, o conceito missionário, o qual é procedente e bíblico.

Os apóstolos são enviados para servir, não para dominar a fé das pessoas.

Os apóstolos possuem grande autoridade, mas eles não a usam como se fosse um distintivo.

Algumas funções do Ministério Apostólico:

1. Os apóstolos são pioneiros de cada novo mover de Deus (At. 8:5)

2. Os apóstolos representam a Jesus como embaixadores de Cristo (II Co 5:20)

3. Os apóstolos estabelecem doutrinas (At. 2:42)

4. Os apóstolos são valiosos para a verdade e irão defender a pureza da doutrina até a morte (I Co 4:14-15)

5. Os apóstolos trazem revelação a Igreja (Ef 3:5)

6. Os apóstolos colocam o fundamento para a Igreja (I Co 3:10)

7. Os apóstolos plantam igrejas (I Co 3.6)

8. Os apóstolos cuidam das igrejas locais (II Co 11:26)

9. Os apóstolos cuidam das igrejas com as quais possuem relacionamentos e as administram como um pai faz com sua família (II Co 11:28)

10. Os apóstolos ordenam ministros ao Corpo de Cristo e os liberam para realizarem a obra do ministério (At. 14: 23)

11. Os apóstolos possuem o ministério de transferência (Rm. 1:11)

12. Os apóstolos derrubam fortalezas (II Co 10:5)

13. Os apóstolos intercedem a favor dos santos (Ef. 3: 14)

14. Os apóstolos demonstram o poder de Deus (I Co 2:4)

15. Os apóstolos impactam as cidades ( At. 13.44)

16. Os apóstolos trazem reforma (Hb 9.10)

17. Os apóstolos defendem a fé (Fp 1.17)



Queremos ressaltar que o apostolado é um chamado e uma eleição de Deus que não depende da vontade do homem. Não será necessário convencer a ninguém ou tentar provar algo, pois os sinais, o caráter, a graça e unção falarão por si mesmos.

Pois, afinal de contas, nossa maior ambição é nos apresentarmos perante Deus naquele dia glorioso e ouvi-lo dizer: “Bem está, servo bom e fiel”.

Que haja um despertar para a verdadeira Reforma Apostólica, com muita oração e jejum e que você faça uma reflexão sobre o salmo 133.

2. O Ministério do Profeta

Os profetas trazem ao povo direção e estratégias divinas e deveria abundar em um tempo como o atual, onde Deus está entregando á Sua Igreja sabedoria e revelação de Si próprio e de Seus propósitos na Terra. Serão intensamente perseguidos, muitas vezes desprezados e em outros casos terão muita oposição á sua mensagem; mas trarão palavras de libertação que conduzirão á vidas de adoração mais transbordantes em espírito e verdade. Como profetas, os apóstolos serão rejeitados, muitas vezes perseguidos e até não aceitos ( I Co.9). O Profético e os Profetas são importantes para o fluir do Espírito. O profético de Deus nos ajuda saber o que devemos fazer para nos mantermos nesse fluir de Deus. Os profetas são importantes para que junto com os Apóstolos tragam a cobertura e fundamentos necessários á Igreja.

3. O Ministério do Evangelista

O Evangelista é um homem chamado por Deus, com a comissão e a habilidade especifica para pregar as Boas Novas de Salvação. Sua mensagem não é o julgamento nem a ira divina e sim o perdão, a graça e a misericórdia do Senhor. Sua mensagem deve ser Cristocentrica e apresentar as verdades redentoras da obra de Jesus.







4. O Ministério do Pastor

O Pastor é um indivíduo com o chamado direto do coração de Deus para ajudar a pastorear Seu rebanho. O pastor sempre será um pastor entre muitos pastores, sabendo que Cristo é O Príncipe dos pastores e o verdadeiro Pastor do rebanho. Sua função é apascentar as ovelhas, alimentá-las com a Santa Palavra de Deus, cuidá-las e protegê-las. É, em conclusão, um ministério que se move sob a unção do amor e da misericórdia.

5. O Ministério do Mestre

È um ministério dotado pelo Espírito Santo para levar a Igreja ás “águas profundas” na Palavra e revelar, pela graça de Deus, os mistérios contidos na Escritura Sagrada. É um ministério cuja unção produz fome pela Sã Doutrina.

Considerações especiais: aproximadamente um quinto do livro de Atos dos Apóstolos,escrito pelo Dr. Lucas, inspirado pelo Espírito Santo, trata de discursos feitos sobretudo por Pedro, Estevão e Paulo. Todos apresentam em comum uma estrutura básica de proclamação do Evangelho, que pode ser resumida da seguinte forma: 1.As promessas feitas por Deus no Antigo Testamento foram realizadas; 2. O messias veio na pessoa de Jesus de Nazaré; 3.Todos aqueles que ouvem essa pregação devem arrepender-se e ser batizados em nome do Senhor Jesus.

Atos dos Apóstolos retrata o perfil de vários cristãos admiráveis da Igreja Primitiva,entre os quais: Barnabé, Estevam, Filipe, Cornélio e Paulo que, por sinal, foi um perseguidor implacável do Evangelho se converteu e por seu intermédio o Evangelho chegou a capital do mundo – Roma.

O livro Atos dos Apóstolos é um dos primeiros exemplos que temos do Evangelho proclamado pela Igreja Primitiva. Representa “o fundamento dos apóstolos e profetas. Sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef 2.20) sobre a qual a Igreja foi definida. Nesse sentido, o livro de Atos ainda não acabou de ser escrito, pois cada geração é capacitada pelo Espírito Santo a acrescentar-lhe novos capítulos, pela proclamação das “ grandezas de Deus” (Atos 2:11).

Uma velha capa, uns livros sacros e alguns manuscritos – eis aí toda a fortuna de Paulo que, por espaço de trinta anos, trabalhou pelo bem da humanidade e enriqueceu milhares e milhões de almas! . . . Para morrer em tamanha pobreza é necessário ter vivido com a alma repleta duma riqueza imensa.

Enquanto algum “apóstolo” pensa em levantar palacetes, acumular dinheiro, fazer política profana e enriquecer parentes – o seu “apostolado” é uma comédia... Só no dia em que ele puder dizer em verdade: “Cristo é minha vida – e o mundo me vale tanto como um punhado de lixo”; será o seu apostolado uma realidade

E que Deus te abençoe, em nome do Senhor Jesus Cristo.

Apóstolo Lúcio Almeida